Posts Tagged ‘Sérgius Gonzaga

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jul
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Aconteceu na Palavraria, nesta quinta, 10: Lançamento de nova edição do livro O amor de Pedro por João, de Tabajara Ruas. Bate-papo do autor com Sergius Gonzaga.

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Lançamento de nova edição do livro O amor de Pedro por João, de Tabajara Ruas.  Bate-papo do autor com Sergius Gonzaga.

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07
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Vai rolar na Palavraria, nesta quinta, 10, Lançamento de nova edição do livro O amor de Pedro por João, de Tabajara Ruas. Bate-papo do autor com Sergius Gonzaga.

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ESTA SEMANA NA PALAVRARIA b.

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10, quinta, 19h: Lançamento de nova edição do livro O amor de Pedro por João, de Tabajara Ruas.  Bate-papo do autor com Sergius Gonzaga.

Nos anos de chumbo, exílio é palavra corrente. Muitos são os que vivem o drama de deixar o Brasil, perseguidos pelos agentes da ditadura. Gente incomum nos ideais, mas simples nas emoções. Gente como os personagens de O amor de Pedro por João, de Tabajara Ruas, que mostra o outro lado da militância política: a solidão, tão contundente quanto a ponta dos fuzis; a esperança, única arma capaz de resistir à poderosa máquina repressora; e o carinho, ungüento para as feridas da luta.

Como tantos brasileiros, os protagonistas do livro procuram abrigo, inicialmente, no Chile socialista de Allende. Afugentados pela revolução de Pinochet, são obrigados a partir para um novo exílio na Europa. Não há no romance dimensões heróicas — no meio dos conflitos, os personagens, apesar da truculência da perseguição, encontram tempo para venturas e desventuras românticas. Dramas e fugas para o exílio, para a insanidade ou para a morte dividem espaços com momentos de esperança, risos e solidariedade.

O amor de Pedro por João é o segundo romance de Tabajara Ruas. Escrito em Copenhague, durante o exílio imposto ao autor pela ditadura militar, utiliza a linguagem cinematográfica em toda a sua agilidade e fragmentação.

sarau das seis - tabajara ruas 04Marcelino Tabajara Gutierrez Ruas nasceu em Uruguaiana (Rio Grande do Sul)  em 1942. Estudou arquitetura na UFRGS (Universidade Federal do Rio Grande do Sul) e na Kongeligkunsacadami, em Copenhage. Estudou cinema na High School de Vejle, na Dinamarca. Exilado, viveu entre 1971 e 1981 no Uruguai, Chile, Argentina, Dinamarca, São Tomé e Príncipe e Portugal.

Literatura 
Tabajara Ruas publicou no Brasil seis romances: A região submersaO amor de Pedro por João (listado como leitura obrigatória para o vestibular de 2015 na UFRGS), Os varões assinalados (considerado um dos trinta melhores livros dos últimos 30 anos por Zero Hora), Perseguição e cerco a Juvêncio Gutierrez (personagem-título considerado um dos 20 melhores do século XX na literatura gaúcha por Zero Hora), Netto perde sua alma (Troféu Açorianos de melhor romance/1996) e O fascínio.

Também é autor de ensaios: Mario (com Armindo Trevisan e Dulce Helfer), A cabeça de Gumercindo Saraiva (com Elmar Bones), Solar dos CâmaraRS: caminhos, luzes e sombras; livro de crônicas: Um Porto Alegre; quadrinhos: História de CuritibaA guerra dos Farrapos (ambos com Flavio Colin),História/Histórias de Porto Alegre (com Edgar Vasques e Liana Timm); os folhetins A segunda existência de Terry Lennox, 1835: A grande epopéiaO labirinto invisível; traduções do dinamarquês de textos infantis: O patinho feitoAs novas roupas do imperadorO intrépido soldadinho de chumbo (de Hans Christian Andersen) e da peça: Vamos transar? (do Grupo Rodemor).

No exterior publicou os romances A região submersa (Dinamarca e Portugal), Perseguição e cerco a Juvêncio Gutierrez (Colômbia e Uruguai), Netto perde sua alma (Uruguai e Portugal), O fascínio (Uruguai e Portugal), A cabeça de Gumercindo Saraiva, El cerco (Uruguai), Frontera (Chile), Garibaldi e Rossetti (Itália).

Cinema 
Atuando no cinema desde 1978, Tabajara Ruas trabalhou em diversos projetos, todos várias vezes premiados. Dirigiu juntamente com Beto Souza o longa-metragem Netto perde sua alma (2001), vencedor de 14 prêmios em festivais nacionais e internacionais de cinema: Melhor filme, melhor música, melhor montagem e prêmio especial à produção no Festival de Gramado; Melhor ator para Werner Schünemann e melhor direção de arte no Festival de Brasília, 2001; Melhor fotografia no Festival de Huelva, na Espanha; Melhor roteiro, melhor ator coadjuvante para Sirmar Antunes, melhor direção de arte e Troféu Gilberto Freyre no Festival de Recife; Melhor diretor estreante e melhor música no Festival de Trieste, Itália.

Participou dos longas Kilas, o mau da fita, de José Fonseca e Costa/1978/Portugal (roteiro), Um S marginal, de José Caetano/1978/Portugal (assistência de direção), Anahy de las Misiones, de Sérgio Silva/1997 (roteiro final), Concerto campestre, de Henrique de Freitas Lima (roteiro), Oeste, de Chico Faganello (roteiro). É autor do roteiro da minissérie Garibbaldi in America (Laz Produções/1998), do roteiro do longaPerseguição (com Ligia Walper/1997), de A antropóloga (de Zeca Pires/2002). Em curtas-metragens trabalhou em Paulo e Ana Luiza em Porto Alegre, de Rogerio Ferrari/1998 (roteiro), Manhã, de Zeca Pires/1989 (roteiro), Ilha, de Zeca Pires/2001 (roteiro), O dia em que Dorival encarou a guarda, de José Pedro Goulart e Jorge Furtado/1987 (argumento), Duelo, de Jaime Lerner/1998 (argumento).

Em enquete realizada pelo jornal Zero Hora em maio de 1992, Tabajara Ruas foi escolhido como um dos dez melhores escritores da literatura gaúcha. Durante a edição da 47ª Feira do Livro de Porto Alegre/RS 2001, Tabajara Ruas recebeu o Prêmio Erico Verissimo, concedido pela Câmara Municipal de Porto Alegre, pela importância e relevância do conjunto de sua obra. Tabajara vive entre Florianópolis e Porto Alegre.

sergius gonzagaSergius Gonzaga é professor de Literatura Brasileira na UFRGS e ministra cursos na Casa de Ideias. Durante sua carreira participou de centenas de cursos, mesas e palestras no estado, país e exterior (Argentina, Uruguai, Espanha e Portugal). Como cronista e comentarista de livros, trabalhou vários anos na TVE e na Tevê Guaíba. Criou o jornal de cultura Já e as editoras Novo Século e Leitura XXI. Foi um dos fundadores do curso Unificado e do colégio Leonardo da Vinci. Dirigiu a editora da UFRGS e o Instituto Estadual do Livro. De 2005 a 2012, exerceu a função de Secretário Municipal de Cultura, de Porto Alegre, e no ano de 2010 tornou-se o representante da Associação Brasileira dos Municípios junto ao Conselho Nacional de Cultura. Entre suas obras, destacam-se o Curso de Literatura BrasileiraGuia de leitura de A rosa do PovoGuia de leitura de estrela da vida inteira, O hipnotizador de Taquara (crônicas), Erico Verisimo e Josué Guimarães.

 

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Palavraria - livros a.

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Aconteceu na Palavraria, nesta segunda, 16, Lançamento do livro Flores artificiais, romance de Luiz Ruffato.

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16, segunda, 19h: Lançamento do livro Flores artificiais, romance de Luiz Ruffato. Apresentação do livro por Sergius Gonzaga (Cia das Letras)

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Vai rolar na Palavraria, nesta segunda, 16, Lançamento do livro Flores artificiais, romance de Luiz Ruffato. Apresentação por Sergius Gonzaga.

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ESTA SEMANA NA PALAVRARIA b.

 16, segunda, 18h: Lançamento do livro Flores artificiais, romance de Luiz Ruffato (Cia das Letras), Apresentação por Sergius Gonzaga.

flores artificiais - ruffato

O escritor Luiz Ruffato recebe em sua casa a correspondência de um desconhecido. Trata-se de um manuscrito, uma compilação de memórias que Dório Finetto, funcionário graduado do Banco Mundial, redigiu a partir de suas muitas viagens de trabalho. Como consultor de projetos na área de infraestrutura, Finetto percorreu meio mundo numa sucessão de simpósios, reuniões e congressos. A mente de engenheiro, no entanto, esconde um observador arguto e sensível, uma dessas pessoas capazes de se misturar com naturalidade num grupo de desconhecidos.

De Beirute a Havana, passando por Hamburgo, Timor Leste, Buenos Aires e incontáveis lugares mundo afora, Finetto colecionou grandes histórias e pequenos acontecimentos. Foi tão capaz de se misturar à vida local quanto de saber a hora exata em que o prudente é tomar distância e não se envolver. Por alguns momentos, fez parte da vida dessas pessoas. Em outros, foi protagonista involuntário do drama alheio. Às vezes, assistiu a essas realidades quase como de um periscópio.

Foi a partir dessas observações que Finetto compôs seu Viagens à terra alheia, o manuscrito que mandou ao conterrâneo Luiz Ruffato. E é este livro dentro do livro que Ruffato irá transformar no romance Flores artificiais. Partindo de um esqueleto ficcional, Ruffato – o autor, e não o personagem do próprio livro – irá embaralhar as fronteiras entre ficção e realidade, sem jamais perder de vista a força literária que é a grande marca de sua obra.

Luiz Ruffato 2011Luiz Ruffato nasceu em Cataguases, Minas Gerais, em 1961. Formado em comunicação pela Universidade Federal de Juiz de Fora, publicou vários livros, entre os quais a pentalogia Inferno provisório e o aclamado Eles eram muitos cavalos, que recebeu o prêmio APCA e o Machado de Assis, da Biblioteca Nacional.

facebook.com/luizruffato

sergius gonzagaSergius Gonzaga é professor de Literatura Brasileira na UFRGS e ministra cursos na Casa de Ideias. Durante sua carreira participou de centenas de cursos, mesas e palestras no estado, país e exterior (Argentina, Uruguai, Espanha e Portugal). Como cronista e comentarista de livros, trabalhou vários anos na TVE e na Tevê Guaíba. Criou o jornal de cultura Já e as editoras Novo Século e Leitura XXI. Foi um dos fundadores do curso Unificado e do colégio Leonardo da Vinci. Dirigiu a editora da UFRGS e o Instituto Estadual do Livro. De 2005 a 2012, exerceu a função de Secretário Municipal de Cultura, de Porto Alegre, e no ano de 2010 tornou-se o representante da Associação Brasileira dos Municípios junto ao Conselho Nacional de Cultura. Entre suas obras, destacam-se o Curso de Literatura BrasileiraGuia de leitura de A rosa do PovoGuia de leitura de estrela da vida inteira, O hipnotizador de Taquara (crônicas), Erico Verisimo e Josué Guimarães.

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