Posts Tagged ‘Sidnei Schneider

20
abr
13

Aconteceu na Palavraria: Gravação do programa Poesia Blues

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Aconteceu na Palavraria, hoje, a gravação do programa POESIA BLUES: Marlon de Almeida recebeu para entrevistas e leituras os escritores Sidnei Schneider e Marcel Citro. Fotos do encontro.
O POESIA BLUES – levado pela Rádio Falando de Amor – tem sua versão inédita sempre aos sábados, 20h, com reprises ao longo da semana, aos domingos, 11h, terças, 20h, quintas, 10h e as sextas, 17h.

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Palavraria - livros c.  

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19
abr
13

Vai rolar na Palavraria, neste sábado, AGES Entrevista Aberta, com Marlon Almeida, Marcel Citro e Sidnei Schneider

program sem

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20, sábado, 11h: AGES Entrevista Aberta. Marlon Almeida recebe Marcel Citro e Sidnei Schneider para bate-papo e leitura de textos

ages poesia blues

marcel citroMarcel Citro é gaúcho de Porto Alegre. Bacharel em Direito e em Administração de Empresas pela UFRGS, foi funcionário do Banco do Brasil, auditor do Tesouro Nacional e é atualmente magistrado. Contista premiado (2º e 1º lugares no concurso Histórias do Trabalho – edições 1994 e 1996), escreveu A Noite do Sáurio, livro de contos publicada em 2004 pela Editora Movimento, e Travessia – quinze contos peregrinos, publicado pela Editora da Cidade em 2011. Publicou em 2012, pela Editora Libretos, o romance Outonos de sangue.

SIDNEI SCHNEIDERSidnei Schneider é poeta, tradutor e contista. Autor dos contos de Andorinhas e outros enganos (Dhamer, 2012) e dos livros de poesia Quichiligangues (Dahmer, 2008), Plano de Navegação (Dahmer, 1999) e tradutor de Versos Singelos/José Martí (SBS, 1997). Participa de Poesia Sempre (Biblioteca Nacional/MinC, 2001), Antologia do Sul (Assembléia Legislativa, 2001), O Melhor da Festa 1 e 2 (Nova Roma, 2009; Casa Verde, 2010). 1º lugar no Concurso de Contos Caio Fernando Abreu, UFRGS, 2003 e 1º lugar em poesia no Concurso Talentos, UFSM, 1995, de um total de treze premiações. Publicou artigos, poemas, contos e traduções de poesia em jornais e revistas. Participa do projeto ArteSesc e é membro da Associação Gaúcha de Escritores.

marlon almeidaMarlon de Almeida é doutor em Letras pela UFRGS com tese sobre a poesia de Guilhermino Cesar. É autor dos livros: Histórias de um domingo qualquer (1994), Domingo desde a esquina (1997), Domingo de futebol (1997), Domingo de chuva (2000), Malabares ou clube dos incomparáveis (2003) – livro indicado ao Prêmio Portugal Telecom de Literatura Brasileira, Prosa do mar (7Letras/2008), vencedor do Prêmio da Associação Gaúcha de Escritores e do recente O pistoleiro e o guarda-meta de Bagé e outros poemas de acontecido (2012).

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19
out
12

Aconteceu na Palavraria, nesta quarta, 17/10, lançamento do livro Andorinhas e outros enganos, de Sidnei Schneider

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Aconteceu na Palavraria, nesta quarta, 17, lançamento do livro Andorinhas e outros enganos, de Sidnei Schneider. Fotos do evento.

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14
out
12

Vai rolar na Palavraria, nesta quarta, 17/10: Lançamento do livro Andorinhas e outros enganos, de Sidnei Schneider

program sem

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17, quarta, 19h: Lançamento do livro Andorinhas e outros enganos, de Sidnei Schneider.

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Contos que falam sobre a vida nos centros urbanos, com personagens que experimentam as consequências de seus enganos. A vida no campo, com uma jovem cega enfrentando seus desejos e limites ou uma criança que encontra o lado cruel da existência. A vida sem glamour do escritor e suas artimanhas para encontrar o ilusório reconhecimento.

Andorinhas e outros enganos é dividido em três partes, totalizando 12 contos. Sidnei Schneider aborda temas como a trajetória de uma garota de bar em bar ou o encontro entre mulher rica e moradores de ponte. Também se permitindo beber de Guimarães Rosa e Simões Lopes Neto para falar sobre a ganância humana e os erros, ou relacionar pratos antigos de porcelana à história da imigração alemã no Rio Grande do Sul.

Um livro de temática diversa e modos de narrar diferentes, que deixa explícito o estilo da prosa do autor nesse livro de estreia como contista. Qualidades que Márcia Ivana de Lima e Silva ressalta na orelha da obra. “Os contos de Sidnei impressionam pela força da linguagem e das imagens, deixando entrever o poeta que escreve contos. O autor alia complexidade à sugestividade, como recomenda Poe, caracterizando sua obra com a riqueza sempre almejada. Suas Andorinhas chegaram para ficar.”

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Sidnei Schneider é poeta, tradutor e contista. Publicou Quichiligangues (Dahmer, 2008), Plano de Navegação (Dahmer, 1999) e Versos Singelos – José Martí (SBS, 1997). 1º lugar no Concurso de contos Caio Fernando Abreu, UFRGS (2003), 1º lugar em poesia no Concurso Talentos, UFSM (1995).

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24
jul
12

Aconteceu na Palavraria, nesta terça, 24/07: Festipoa revisitada e sampleada: a poesia de Mario Quintana

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Aconteceu na Palavraria, nesta terça, 24, bate-papo com Cristian de Napoli, Diego Grando e Sidnei Schneider, sobre a obra de Mário Quintana. Primeiro encontro da série Festipoa revisitada e sampleada. Fotos do evento.

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23
jul
12

Vai rolar na Palavraria, nesta terça, 24/07: FestiPoa revisitada e sampleada – bate-papo com Cristian De Napoli, Diego Grando e Sidnei Schneider

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24, terça, 19h: Festipoa Revisitada e Sampleada: A poesia de Mário Quintana. Leituras e comentários – com Cristian De Napoli, Diego Grando e Sidnei Schneider.

A “FestiPoa Literária revisitada e sampleada” é a retomada de parte da programação do evento, com a presença de alguns dos escritores que participaram de sua 5ª edição em abril deste ano, e a oportunidade que o público leitor terá de acompanhar a festa literária ao longo de todo o segundo semestre. Temas, reflexões, debates e livros, que estiveram na pauta da última edição, receberão novas abordagens dos convidados, e os escritores revisitarão assuntos e textos seus e de outros autores, contemporâneos ou clássicos.

A organização da FestiPoa, que começa a preparar a 6ª edição, pretende manter à tona e aquecidos debates sobre a produção literária atual, destacar livros lançados pós-abril e experimentar situações e atividades que poderão aparecer no evento em 2013.

A primeira atividade da “FestiPoa revisitada e sampleada” ocorrerá no dia 24 de julho, às 19h, na livraria Palavraria, e a motivação será a poesia de Mario Quintana. Os poetas e tradutores Cristian De Nápoli (Argentina), Sidnei Schneider e Diego Grando vão ler poemas de Quintana, em português e espanhol (traduzidos por De Nápoli), e comentar aspectos da obra do autor de Caderno H.

Cristian De Nápoli nasceu em 1972 em Buenos Aires. Escritor e tradutor. Como poeta, o seus últimos livros publicados são Los animales, 2008 (Primeiro Prêmio do Festival Internacional de Poesía de Medellín, Colombia) e Golpes de kriss (2011). Inéditos ainda, ele tem um livro de contos, Carioca, e o romance Bienvenido entonces, Gato. É o organizador de Salida al Mar/Festival Latinoamericano de Poesía, encontro anual de poetas das línguas espanhola e portuguesa, que celebrou em 2010 sua sétima edição. Entre outros autres brasileiros, já traduziu para o espanhol contos de Sergio Sant’Anna, Caio Fernando Abreu e muitos outros, e poemas de Angélica Freitas, Ricardo Domeneck e Horácio Costa.

Diego Grando nasceu em Porto Alegre em 1981. Licenciado em Letras na UFRGS, atualmente conclui um mestrado em Escrita Criativa na PUCRS, para o qual prepara seu segundo livro de poemas. Começa em seguida um doutorado em poesia na Université Sorbonne Nouvelle. Desencantado carrossel é seu livro de estréia.

Sidnei Schneider é poeta, tradutor e contista. Autor dos livros de poesia Quichiligangues (Dahmer, 2008), Plano de Navegação (Dahmer, 1999) e tradutor de Versos Singelos/José Martí (SBS, 1997). Participa de Poesia Sempre (Biblioteca Nacional/MinC, 2001), Antologia do Sul (Assembléia Legislativa, 2001), O Melhor da Festa 1 e 2 (Nova Roma, 2009; Casa Verde, 2010) e de outras dez publicações. 1º lugar no Concurso de Contos Caio Fernando Abreu, UFRGS, 2003 e 1º lugar em poesia no Concurso Talentos, UFSM, 1995, de um total de treze premiações. Publicou artigos, poemas, contos e traduções de poesia em jornais e revistas. Participa do projeto ArteSesc e é membro da Associação Gaúcha de Escritores.

Mais informações: http://festipoaliteraria.blogspot.com/

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12
jun
12

Sidnei Schneider, relendo Drummond

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Relendo Drummond

Convidados pela Palavraria a escrever sobre Carlos Drummond de Andrade, escritores amigos da casa ensaiam dizeres sobre a obra do escritor mineiro. Sidnei Schneider apresenta sua releitura.

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Acessando Drummond, por Sidnei Schneider

Os poetas brasileiros que primeiro me interessaram, pela ordem, foram Ferreira Gullar, Manuel Bandeira e João Cabral de Melo Neto. Cheguei a Carlos Drummond de Andrade meio de atravessado, pelo livro Boitempo I (1968), de importância lateral, embora tenha retido poemas como “Negra” e “Copo d’água no sereno”, e gostasse de “O homem; as viagens”, de As impurezas do branco (1973), presente num livro escolar. O poeta mineiro, àquele leitor iniciante, parecia verborrágico e com predileção por temas nostálgicos, diante da secura e da contemporaneidade de Gullar e Cabral.

Hoje, quando penso em Drummond, volto aos livros que inicialmente me seduziram, e marcaram. Primeiro, A rosa do povo (1945), com aquela quantidade impressionante de poemas estelares, um fenômeno da poesia brasileira: “Procura da poesia”, “A flor e a náusea”, “Carrego comigo”, “Nosso tempo”, “Áporo”; os narrativos “Caso do vestido” e “Morte do leiteiro”; a série que trata do terrível momento pelo qual atravessava o mundo de então, formada por “Carta a Stalingrado”, “Telegrama de Moscou”, “Visão 1944”, “Com o russo em Berlim”, revelando também uma espetacular confiança no futuro desde “Mas viveremos”, que deseja-e-prevê um “avião sem bombas entre Natal e China/ petróleo, flores, crianças estudando,/ beijo de moça, trigo e sol nascendo”. Depois, Claro enigma (1951), com o muitas vezes relido “Máquina do mundo”, que por si vale um livro completo, e o agridoce “Amar”, derivado provavelmente de “Amo, amas”, do modernista nicaraguense Rubén Darío. Que essa minha predileção de leitor iniciante tenha coincidido com a posição de boa parte da crítica, foi uma surpresa que só mais tarde eu constataria. Anterior a estes, Sentimento do mundo (1940) introduziria o ponto de vista que redundaria em A rosa do povo, através de poemas como “Mãos dadas” e “Mundo grande”. Drummond, evidentemente, tem muitíssimo mais do que comporta esse pequeno texto.

Recordo a crítica de João Cabral de Melo Neto, talvez ainda parte de um processo de desvencilhamento daquele que foi seu grande mestre, dizendo que Drummond se excedia e publicava demais. Impossível discordar completamente, para quem leu os livros Boitempo I, II e III (1968, 1973 e 1979), repletos de recordações que já apareciam de algum modo no inicial Alguma poesia (1930). O fato é que Drummond sentiu necessidade de revisitar o passado, não se lhe nega esse direito, um poeta escreve sobre o que bem entender, mas a pergunta, se realmente deveria publicar toda essa investida, fica suspensa igual a espada de Dâmocles. Claro, podemos ler só o que mais apreciamos; acontece que essas questões preocupam os poetas, pois eles se colocam o problema de o que publicar continuamente.

Drummond, com sua poesia de faca de ponta (diferente da de Cabral, que parece afiar sua só lâmina na pedra enquanto se ausenta do poema, mas não de sua planejada eficácia), vai escarafunchando as nódoas da sociedade e da civilização, mas antes escarafuncha as que carrega, como se, fazendo-o, colocasse o seu “eu poético” no lugar de todos. Embora tenha escrito excelentes poemas nas mais diversas formas, tradicionais e inovadoras, há nele uma forte dicção logopeica, afeita a extrair a credulidade das estratégias que encobrem os fatos e as relações humanas, sem se preocupar centralmente, nessas ocasiões, em reproduzir uma musiquinha ou mesmo dar a ver imagens com o seu poema. É essa escrita fria, perfurante, não-melódica no sentido tradicional, crítica e autocrítica ao extremo que melhor o caracteriza: vê-se logo quando o poema é dele. Escrever poesia numa língua que produziu poetas como Drummond é uma dádiva e uma responsabilidade. Sua obra, sim, temos que disseminar por aqui e exportar cada vez mais, para que os raimundos de todo o lugar o possam ler.

09-05-2012

Sidnei Schneider é poeta, tradutor e contista. Autor dos livros de poesia Quichiligangues (Dahmer, 2008), Plano de Navegação (Dahmer, 1999) e tradutor de Versos Singelos/José Martí (SBS, 1997). Participa de Poesia Sempre (Biblioteca Nacional/MinC, 2001), Antologia do Sul (Assembléia Legislativa, 2001), O Melhor da Festa 1 e 2 (Nova Roma, 2009; Casa Verde, 2010) e de outras dez publicações. 1º lugar no Concurso de Contos Caio Fernando Abreu, UFRGS, 2003 e 1º lugar em poesia no Concurso Talentos, UFSM, 1995, de um total de treze premiações. Publicou artigos, poemas, contos e traduções de poesia em jornais e revistas. Participa do projeto ArteSesc e é membro da Associação Gaúcha de Escritores.




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