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set
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Programação de 29 de setembro a 4 de outubro de 2014

ESTA SEMANA NA PALAVRARIA b.

De 29 de setembro a 4 de outubro de 2014

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30, terça, 19h: Lançamento do livro Caminhos em educação e espiritualidade na Universidade, de Leda Lísia Franciosi Portal e Everton Zambon (organizadores) (Redes Editora)

 

Capa Educação e EspiritualidadeO livro socializa as experiências vividas pelos autores em disciplinas cursadas no Programa de Pós-Graduação em Educação da PUCRS como testemunhos da construção de espaços de Ciência e Espiritualidade no âmbito dessa Universidade. Os autores esperam que suas reflexões possam contribuir e incentivar a construção de outros espaços, em universidades, para estudos e pesquisas alicerçados na inseparabilidade de Ciência e Espiritualidade, iluminando a formação de educadores numa nova perspectiva de Educação.

Leda LísiaLeda Lísia Franciosi Portal é Graduada em Letras, Mestre e Doutora em Educação pela PUCRS. Desde 1980 é professora titular da Faculdade de Educação (FACED) desta Universidade, com docência e pesquisa na graduação e no Programa de Pós-graduação em Educação. Integra a linha de pesquisa Pessoa e Educação tendo como foco de sua investigação: Formação do Ser Professor, enfatizando as temáticas: espiritualidade, inteireza, inteligência espiritual e educação continuada, com várias publicações na área.

Everton Zambon é Graduado em Psicologia, Mestre e Doutor em Educação pela PUCRS. Atualmente é consultor na área de Recursos Humanos, atuando nos subsistemas de Capacitação e Desenvolvimento de Competências e Coaching. Tem experiência na docência e administração do ensino superior em funções de direção e docência na graduação e pós-graduação.

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1º, quarta, 19h: Lançamento do livro Tempo e Trabalho – Gestão, produção e experiência do tempo no teletrabalho, de Daniela Alves. Bate-papo da autora com a professora Sônia Guimarães (Editora Escritos)

tempo e trabalhoO livro apresenta uma densa reflexão sobre o tempo como categoria filosófica e sociológica, também sobre tempo, trabalho e teletrabalho.

 

Daniela Alves é atualmente professora da Universidade Federal de Viçosa (MG).

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Palavraria - livros a.

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3, sexta, 19h: Para assassinar a literatura – evento de lançamento dos livros Ventonaveia, de Mario Pirata; A ninfa dragão, de Júlio Zanotta; e The quick brown fox jumps over the lazy dog (a veloz raposa castanha salta por cima do cachorro lerdo), de Jorge Rein (Scriptorium de investigação para o assassinato da literatura)

 

para assassinar a literatura - cartaz

O evento “Para assassinar a literatura” marca o lançamento do selo Scriptorium de investigação para o assassinato da literatura.

Ventonaveia, de Mario Pirata; A ninfa dragão, de Júlio Zanotta; e The quick brown fox jumps over the lazy dog (a veloz raposa castanha salta por cima do cachorro lerdo), de Jorge Rein, são diferentes na concepção, no gênero, no estilo e na intenção. Mas as três obras, que serão lançadas pelo novíssimo e debochado selo Scriptorium de Investigação para o Assassinato da Literatura, têm em comum o trânsito pelos territórios marginais da escrita, distantes dos cânones, das academias e das bulas literárias.

Jorge Rein nasceu em Montevidéu e reside em Porto Alegre desde 1971. É contista, dramaturgo e tradutor. Em 1986 publicou pela editora Tchê! sua primeira experiência em língua portuguesa, o livro-objeto “&”, ilustrado pela gravadora Anico Herskovits. Quase trinta anos mais tarde, a mesma parceria foi retomada, ainda que com os papéis trocados, em outro livro-objeto, Cidade Imaginária, obra na qual os textos de Rein ilustram as gravuras de Anico. Teve contos publicados em diversas coletâneas, antologias e revistas literárias do Brasil, Uruguai e México. Nos últimos anos, mesmo não tendo abandonado o conto e cometendo esporadicamente algum poema, vem se dedicando preferencialmente à dramaturgia, modalidade na qual já conquistou premiações em concursos no Brasil (IBAC / FUNARTE), Venezuela (ITI-UNESCO) e Uruguai (EL GALPÓN).

Júlio Zanotta é escritor e dramaturgo. Autor de “Louco” (Ed. Ao Pé da Letra), “Teatro Lixo” (Ed. Mercado Aberto), “Milkshakespeare” (Premio Funarte de Dramaturgia) e “O Apocalipse Segundo Santo Ernesto de la Higuera” (Ed. Palmarinca). Uma versão para teatro de A Ninfa Dragão, dirigida por João de Ricardo, foi apresentada na Semana Zanotta, que, em agosto de 2013, apresentou nove noites de leituras de seus textos dramáticos inéditos. Os textos foram dirigidos por diretores da cena porto-alegrense, numa promoção da Coordenação de Artes Cênicas da Prefeitura de Porto Alegre. Estão sendo desenvolvidas três outras versões de A Ninfa Dragão. Para quadrinhos, para animação e para game.

Mario Pirata retorna à poesia para adultos com esta obra, depois de publicar para crianças e jovens durante alguns anos. Ventonaveia é o seu 4º livro para adultos e o 17º de sua bibliografia. Iniciou sua carreira literária nos anos 70, integrando a chamada “geração mimeógrafo”. É presença constante em saraus e encontros de poesia. Ministra oficinas voltadas para o desenvolvimento da linguagem poética. Seus poemas foram publicados em coletâneas e antologias. Entre suas principais obras estão: “Calcinha Rosa na Cadeira de Balanço” (ed. Tchê), “Cambalhota” (Col. Petit Poa), “Bicho-Poesia” (Ed. Paulinas) e “A Magia do Brincadeiro” ( ed. Mercado Aberto).

Sobre as obras:

The quick brown fox jumps over the lazy dog (a veloz raposa castanha salta por cima do cachorro lerdo) é uma espécie de fábula amoral (não imoral). Trata-se de uma narrativa segmentada, que não se submete a um padrão tradicional de linearidade. Seus capítulos podem ser comparados às peças embaralhadas de um mosaico. É na interação com o leitor que os fragmentos se encaixam e se revela um desenho final, talvez nem sempre o mesmo, porque qualquer leitura é uma nova escrita e toda escrita é uma experiência individual. O título escolhido, além de ser uma referência direta à trama, aproveita aquele que é, provavelmente, o mais conhecido dos pangramas (frases que utilizam a totalidade das letras do alfabeto). Não há história que não possa ser contada através de uma combinação dos elementos do pangrama.

A Ninfa Dragão, ilustrado por Pena Cabreira, é uma novela de metaficçãocientífica, alegoria de um futuro fantástico visto com ironia. A linguagem utiliza expressões científicas sem levar em conta, necessariamente, o seu significado. O texto foi escrito eliminando sinais gramaticais, pontos ou vírgulas. Um símbolo gráfico separa os períodos sintáticos. Norton, um extraterrestre minúsculo, cruza o universo numa viagem sem precedentes e é enviado para o Instituto Jacutinga, onde é submetido pelo Dr. Kirihara a todo tipo de experiências bizarras. O Dr. Kirihara criou em laboratório a Ninfa Dragão, uma maravilha genética.   Mas alguma coisa deu errada. A Ninfa Dragão nasceu gigante, com duas bocas, dois narizes e um olho. Os seios estão no lugar certo, mas a vagina saiu onde estava o umbigo. Um pênis surgiu no peito e parece uma gravata. Norton penetra na Ninfa Dragão para encontrar o código secreto que fará com que ela recupere sua forma original.

Ventonaveia reúne 101 poemas inéditos. Inicia justificando o título e encerra com um epitáfio. É um livro aberto, com o recheio exposto ao visitante, propondo-lhe a aventura de degustá-lo e deixar-se ficar um bom tempo entre as páginas. Ventonaveia é a cara do autor, ou então as suas máscaras. No melhor dos sentidos, Mario Pirata é um artista de feira. Faz versos malabares, retira e joga aos ares os lenços coloridos dos poemas. O verbo para aquecer o inverno da plateia. Agita seu pandeiro e seus chocalhos para marcar o ritmo que exige cada letra, convidando a dançar, celebrar a

 

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04, sábado, 19h: Lançamento do livro Ecoar do Silêncio desde outras margens, de Renata Guadagnin. (Editora Giostri)

ecoar do silênioExpressão do indizível, a emoção que toca um coração. Linguagem que circula para além da letra. Os sentimentos e circunstâncias da vida que marcam a memória, como ferida e cicatriz na pele, a recepção dos gestos do outro, o rosto do outro, o pulsar da vida e do cotidiano, são matéria-prima para a poesia da autora.

renata guadagninRenata Guadagnin é natural de Porto Alegre – RS. Formada em Direito e mestranda em Ciências Criminais pela PUC-RS. Dedica-se à pesquisa acadêmica não somente em temas relacionados à Justiça, circulando pela Criminologia, mas também nas áreas de Filosofia e Letras. Publicou o livro Criminologia e Arte – Diálogos Através das Grades do Cotidiano. O encontro com as palavras através da poesia e em forma de verso vem se construindo em sua vida desde a infância e, agora, os silêncios que circundam a escrita são compartilhados com o leitor nesta obra.

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set
14

Vai rolar na Palavraria, nesta quinta, 25, Lançamento do livro Teatro de Mauro Rasi 2 – bate-papo com Luís Francisco Wasilewski, com o tema O teatro besteirol dos anos 80 e a importância de Mauro Rasi pra a dramaturgia brasileira.

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ESTA SEMANA NA PALAVRARIA b.

 

25, quinta, 19h: Lançamento do livro Teatro de Mauro Rasi 2 – bate-papo com Luís Francisco Wasilewski, com o tema O teatro besteirol dos anos 80 e a importância de Mauro Rasi pra a dramaturgia brasileira. (Editora Giostri)

TEATRO-DE-MAURO-RASI-VOLUME-2Neste volume, mais três textos teatrais que demonstram a força cada vez maior da dramaturgia de Mauro Rasi. Um dos pais do “besteirol” que tomou os palcos brasileiros na década de 1980, Rasi deixou diversos textos engraçados, críticos e também emocionantes. É o caso dos que foram selecionados para este livro. Através da evocação de dramas familiares, do dia a dia de um casal cheio de paranoias e de outro, já mais velho, que está na pior depois de uma vida nadando em dinheiro, faz-se recortes do Brasil moderno, com inteligência, humor e, acima de tudo, talento criador.

Luís Francisco WasilewskiLuís Francisco Wasilewski nasceu em 6 de setembro de 1980, em Porto Alegre, capital do Rio Grande do Sul. É licenciado em Letras pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul, UFRG e mestre em Literatura Brasileira pela Universidade de São Paulo (USP). Na mesma universidade, cursa o Doutorado em Literatura Brasileira a partir de 2010. Começa a trabalhar como crítico e repórter teatral do Jornal Palco & Plateia, editado pela Secretaria Municipal da Cultura de Porto Alegre, em 1998. De 1998 até 2000, é jurado dos Prêmios Açorianos e Tibicuera, promovidos pela mesma Secretaria. Dentro da UFRGS, atua como pesquisador sobre a obra de Qorpo-Santo, o que lhe confere 2 prêmios, um em 1999 e outro em 2002. Colabora, também, com artigos para o Jornal da UFRGS. Em 2004 e 2005, atua na equipe de Criação do Catálogo de Dramaturgia Brasileira, vencedor do Prêmio Shell de Teatro RJ, em 2006. A partir de 2007, torna-se repórter e crítico teatral do site Aplauso Brasil. Nos anos de 2008 e 2009, trabalha como redator de verbetes da Enciclopédia de Teatro Brasileiro do Itaú Cultural. Em 2009, colabora como pesquisador para o livro Vedetes do Teatro Brasileiro, a ser lançado pela Coleção Aplauso, além de escrever o roteiro e fazer a produção do espetáculo A Casa das 3 Irenes. Lança, em 2010, o livro Isto é Besteirol:O Teatro de Vicente Pereira.

 

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21
set
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Programação de 22 a 27 de setembro de 2014

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ESTA SEMANA NA PALAVRARIA b.

De 22 a 27 de setembro de 2014

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22, segunda, 19h: Lançamento do livro A vez de morrer, romance de Simone Campos (Cia das Letras)

a vez de morrer - simone camposQuando Izabel voltou a passar seus fins de semana em Araras, a casa da família estava praticamente abandonada. Desde a morte do avô, Izabel e sua mãe pouco se interessaram pelo lugar. A mãe, inclusive, sempre achou que a casa precisava ser vendida. Nas duas últimas décadas, a região serrana do Rio de Janeiro se convertera num veraneio para ricos e famosos, e pouco lembrava a Araras de antigamente, com seus sítios e chácaras familiares. O terreno, hipervalorizado como tudo no Estado do Rio, acertaria de vez a vida das duas.

O que poderia vir a calhar, principalmente para Izabel, que vem descobrindo na pele as agruras de trabalhar como freelancer. Entre pagamentos atrasados e a escassez generalizada de serviços, pouco resta a ela senão distrair a cabeça na casa de Araras. E um fim de semana na serra logo vira outro e outro e outro. Aos poucos, o ar de abandono vai dando lugar a uma casa viva, como se aquelas ruínas estivessem sendo reconstruídas pela memória de Izabel. Sem perceber, ela se vê praticamente morando na serra.

Como ocorre em todo ponto turístico, Araras é feita de duas cidades. Na temporada, vicejam as lojinhas e restaurantes, as ruas coalhadas de gente. Durante a semana, são os moradores que ocupam a praça, a sorveteria e as igrejas, que parecem brotar do chão. E é justamente essa segunda cidade que atrairá Izabel.

O gerente da lan house, cheio de grandes aspirações profissionais, ou sua irmã, eternamente envolvida com a complexa cultura evangélica da região. Ou ainda o amigo do Rio, que pretende instaurar um polo tecnológico ao lado de Araras. Ou a amiga casada, que vai pra debaixo dos seus lençóis. No cruzamento dessas vidas, Simone Campos constrói peça a peça uma trama de alta voltagem sexual, um retrato de geração ao mesmo tempo ácido e delicado, violento e bucólico.

simone camposSimone Campos nasceu no Rio de Janeiro, em 1983. Estreou na literatura com No shopping, publicado em 2000. Seguiram-se a este o romance A feia noite (2006), a ficção científica Penados y rebeldes (2006), o volume de contos Amostragem complexa (2009) e o livro-jogo Owned (2011). Mestre em literatura pela UERJ, a autora figura, ainda, em inúmeras antologias de contos. Twitter: @fillepenchee

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23, terça, 19h: Lançamento do livro Aprendendo português através de gêneros literários, de Marco Antonio Bonfoco (Editora Buqui)

aprendendo portuguêsEste livro é um manual de trabalho cujo objetivo didático é melhorar o desempenho dos estudantes da educação básica na leitura e interpretação de textos. Os exercícios não têm a pretensão de propor uma análise exaustiva dos textos, muito menos de sugerir uma única via de leitura para eles. Certamente, são adequados para o início de trabalho com o texto poético. A revisão teórica é igualmente modesta e se determinaram duas finalidades: apresentar algumas ideias e conceitos em torno da estrutura da poesia e propor uma atividade de aplicação.

Marco Antonio Bonfoco tem graduação em Letras (1997) pela Universidade de Passo Fundo, Mestrado (2001) e Doutorado (2005) em Letras, na área de Linguística Aplicada, pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS). Lecionou nos cursos de graduação e de pós-graduação da Faculdade de Tecnologia SENAC (2006-8). É autor de “Introdução à Linguística” (Porto Alegre: Brejo Bibliobureau, 2012) e de “Aprendendo Português Através de Gêneros Literários” (Porto Alegre: Buqui, 2014). É membro do Núcleo de Estudos em Tecnologias Digitais na Educação (NETE/UFRGS).

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Palavraria - livros a.

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25, quinta, 19h: Lançamento do livro Teatro de Mauro Rasi 2 – bate-papo com Luís Francisco Wasilewski, com o tema O teatro besteirol dos anos 80 e a importância de Mauro Rasi pra a dramaturgia brasileira. (Editora Giostri)

TEATRO-DE-MAURO-RASI-VOLUME-2Neste volume, mais três textos teatrais que demonstram a força cada vez maior da dramaturgia de Mauro Rasi. Um dos pais do “besteirol” que tomou os palcos brasileiros na década de 1980, Rasi deixou diversos textos engraçados, críticos e também emocionantes. É o caso dos que foram selecionados para este livro. Através da evocação de dramas familiares, do dia a dia de um casal cheio de paranoias e de outro, já mais velho, que está na pior depois de uma vida nadando em dinheiro, faz-se recortes do Brasil moderno, com inteligência, humor e, acima de tudo, talento criador.

Luís Francisco WasilewskiLuís Francisco Wasilewski nasceu em 6 de setembro de 1980, em Porto Alegre, capital do Rio Grande do Sul. É licenciado em Letras pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul, UFRG e mestre em Literatura Brasileira pela Universidade de São Paulo (USP). Na mesma universidade, cursa o Doutorado em Literatura Brasileira a partir de 2010. Começa a trabalhar como crítico e repórter teatral do Jornal Palco & Plateia, editado pela Secretaria Municipal da Cultura de Porto Alegre, em 1998. De 1998 até 2000, é jurado dos Prêmios Açorianos e Tibicuera, promovidos pela mesma Secretaria. Dentro da UFRGS, atua como pesquisador sobre a obra de Qorpo-Santo, o que lhe confere 2 prêmios, um em 1999 e outro em 2002. Colabora, também, com artigos para o Jornal da UFRGS. Em 2004 e 2005, atua na equipe de Criação do Catálogo de Dramaturgia Brasileira, vencedor do Prêmio Shell de Teatro RJ, em 2006. A partir de 2007, torna-se repórter e crítico teatral do site Aplauso Brasil. Nos anos de 2008 e 2009, trabalha como redator de verbetes da Enciclopédia de Teatro Brasileiro do Itaú Cultural. Em 2009, colabora como pesquisador para o livro Vedetes do Teatro Brasileiro, a ser lançado pela Coleção Aplauso, além de escrever o roteiro e fazer a produção do espetáculo A Casa das 3 Irenes. Lança, em 2010, o livro Isto é Besteirol:O Teatro de Vicente Pereira.

 

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26, sexta, 18h: Conversas Afinadas convida para Contribuições de Rubem Alves: conversando sobre psicanálise, literatura e educação, com Adriane de Rose e Dalila Frota. Coordenação de Bianca Sanchotene. Promoção do Instituto de Ensino e Pesquisa em Psicoterapia – IEPP

conversas afinadas iepp

A proposta deste encontro será discutir sobre a obra de Rubem Alves e suas contribuições para a literatura, psicanálise e educação.

Rubem Alves faleceu em Julho deste ano e deixou uma obra que muito contribui para as práticas em educação e psicanálise. O autor era teólogo, educador, psicanalista e doutor em filosofia. A literatura e a poesia o acompanharam em sua trajetória. Propomos às convidadas que tragam seu olhar sobre a obra do autor, entrelaçando com suas experiências na área da psicanálise e educação.

Contribuirão neste encontro:

Adriane de Rose  (psicóloga, sócia graduada do IEPP, coordenadora do grupo de contos)

Dalila Frota (pedagoga, pós- graduada em psicopedagogia, orientação escolar e supervisão na área de educação especial)

 

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27, sábado, 17h: Lançamento do livro Olhares Avessos, contos de Angela Gerst Ferreira, Claudia Lemos, Isabelle Fontrin, Laura Schneider, Luiza Silva e Maria Cristina Petrucci Sole.

olhares avessos

olhares avessos capaEm “Olhares Avessos”, está presente um caleidoscópio da vida. Seja nas narrativas regionais produzidas pela escrita telúrica de Maria Cristina; na abordagem crua de dramas humanas cosmopolitas de Isabelle; no peso das vidas solitárias retratadas por Cláudia; através de personagens conformados e sobreviventes de Angela;na visão romântica de Laura, em sua concepção poética e esperançosa; ou, seja, finalmente, no viés bem humorado e fantástico, presente nos contos da Luiza.

As autoras:

olhares avessos

 

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Palavraria - livros a.

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20
out
12

Aconteceu na Palavraria, neste sábado, 20/10: Leitura dramatizada de Quanto Custa o Ferro, peça de Brecht

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Aconteceu na Palavraria, neste sábado, 20, leitura dramatizada da peça Quanto custa o ferro?, de Bertolt Brecht, pelo grupo de teatro A.M.A.R A VIDA. Fotos do evento.

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Vai rolar na Palavraria, nesta quinta, 10/05: Lançamento do livro Efêmero revisitado, de Leonardo Foletto

program sem

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10, quinta, 19h30: Lançamento do livro Efêmero revisitado, de Leonardo Foletto. Com transmissão da Pós Tv#TubodeEnsaio, enfocando o tema Teatralidade digital: potencialidades e desafios da cultura digital no teatro. Mediação de Claudia Schulz e a participação de Marcio Meirelles, de Salvador-Ba, por skype.

Com a rede mundial dos computadores, estar em algum lugar deixou de ser apenas uma condição real, física, para ser também uma condição virtual, digital. Os corpos passaram a ter a possibilidade de se digitalizarem, serem transformados em uma série de números binários que podem ser transportados via cabos de fibra ótica para diversos cantos do planeta como cópias potencialmente infinitas; um corpo vira número, que viaja, viaja, e se transforma em corpo (virtual, real?) de novo, em outro lugar, via computador. Se aos corpos é permitida a possibilidade de digitalização, ao teatro também? Poderia o olho no olho e o calor do tête à tetê ser transformado em número e reproduzido em diversos lugares ao mesmo tempo e ainda continuar a ser teatro? Poderia haver, assim, um teatro digital?

 

Leonardo Foletto é jornalista, pesquisador e professor. É editor do baixacultura.org, página que versa sobre cultura livre e (contra)cultura digital, e integrante da Casa da Cultura Digital, em São Paulo. Em 2011, pesquisou a relação do teatro com a tecnologia digital através de uma bolsa Funarte (Reflexão Crítica em Mídias Digitais), que resultou no livro Efêmero Revisitado: Conversas sobre teatro e cultura digital, publicado em dezembro de 2011 pelo selo do BaixaCultura e lançado no Festival CulturaDigital.br, no Rio de Janeiro.

 

Márcio Meirelles é diretor teatral, cenógrafo, dramaturgo e figurinista. Atua em teatro desde 1972. Foi fundador do grupo Avelãz y Avestruz (l976-1989), e criador/diretor do espaço cultural A Fábrica (1982). Durante os anos de 85 e 86, assumiu a chefia dos núcleos de cenografia e figurino e de direção e elenco da TV Educativa da Bahia. Paralelamente criou o Projeto Teatro para a Fundação Gregório de Mattos (1986). Foi diretor do Teatro Castro Alves, em Salvador – no período de 87 a 91. Ganhador de vários prêmios como diretor, cenógrafo e figurinista. Fez estágio na Circle Repertory Company (Nova York). Participou do Coloquio Brasil Alemanha de Teatro como palestrante a convite do Instituto Goethe. Co-dirigiu Sonho de uma noite de verão, com Werner Herzog. Dirigiu Zumbi em Londres com o Black Theatre Co-op, como parte do Lift (London International Theatre of London). Em 1990 criou, com Chica Carelli, o Bando de Teatro Olodum, que dirige até hoje. Em 1994, coordenou o projeto de reforma e revitalização do Teatro Vila Velha, foi seu diretor artístico até 1998 e, até 2006, na nova forma institucional que propôs, fez parte do colegiado gestor do teatro. De 2007 a 2010 foi Secretário de Cultura do Estado da Bahia.

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