Posts Tagged ‘Telma Scherer

24
jul
14

Aconteceu na Palavraria, nesta quarta, 23, Lançamento do livro Depois da água, poemas de Telma Scherer

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aconteceu

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23, quarta, 19h: Lançamento de Depois da água, livro de poemas de Telma Scherer. Sessão de autógrafos, com apresentação de Diego Petrarca, leituras e exibição de videopoemas. Promoção da Festipoa revisitada.

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Palavraria - livros c.

 

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22
jul
14

Vai rolar na Palavraria, nesta quarta, 23, Lançamento do livro Depois da água, poemas de Telma Scherer. Sessão de autógrafos, com apresentação de Diego Petrarca, leituras e exibição de videopoemas da poeta.

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ESTA SEMANA NA PALAVRARIA b.

23, quarta, 19h: Lançamento de Depois da água, livro de poemas de Telma Scherer. (Fundação Cultural Catarinense) Sessão de autógrafos, com apresentação de Diego Petrarca, leituras e exibição de videopoemas da poeta. Promoção da Festipoa revisitada.

depois_da_agua_capaDepois da água é o terceiro livro de poesia de Telma Scherer. Publicado através do Prêmio Elisabete Anderle da Fundação Cultural Catarinense, com edição da Nave /Nauemblu Ciência e Arte. O design é de Ayrton Cruz. Com 120 páginas, o livro contém um ensaio fotográfico produzido pela poeta, que esteve exposto no início do ano na Sala Lindolf Bell / Centro Integrado de Cultura, na capital catarinense, através do festival Floripa na Foto. Como os trabalhos anteriores da autora, Desconjunto (IEL/CORAG, 2002) e Rumor da casa (7Letras, 2008), Depois da água surgiu com performances de poesia falada antes que o livro tomasse sua forma definitiva.

As performances aconteceram desde 2009 em espaços como as Livrarias Saraiva de Porto Alegre, algumas feiras de livro do interior do Rio Grande do Sul (através da programação do SESC-RS), festivais literários como Agosto das Letras (João Pessoa), Arte en Loberías (Cabo Polonio, Uruguai), Mundial Poético de Montevideo e Ronda de Poetas, também na capital uruguaia.

Em parceria com os artistas Guilherme Doze e Luize Zanette, foram produzidos três videopoemas, que serão exibidos durante o lançamento. Uma amostra pode ser conferida no youtube através do canal Depois da Água.

telma scherer 01Telma Scherer moraem Florianópolis, onde faz doutorado em Teoria Literária na Universidade Federal de Santa Catarina. É pesquisadora do LabFLOR (Laboratório Floripa em Composição Transdisciplinar: Arte, Cultura e Política) coordenado pela professora Dra. Tereza Virgínia Almeida, e formada em Filosofia e mestra em Literatura Comparada pela UFRGS. Publicou, em 2008, o livro Rumor da Casa (Editora 7 Letras) e em 2002, pelo IEL, Desconjunto. Veja mais sobre a autora em http://www.telmascherer.blogspot.com.br/.

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Palavraria - livros a.

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22
jul
09

Aconteceu na Palavraria: bate-papo com Ademir Assunção

ADEMIR_COYOTE 19 01O poeta, editor e agitador cultural Ademir Assunção – paulista de Araraquara e atualmente morador de São Paulo – andou em Porto Alegre na semana passada. Não veio para agitar – segundo suas próprias palavras; veio para visitar os filhos que moram por aqui.
Mas o Fernando Ramos, editor do Jornal Vaia, atento como sempre, não deixou passar a oportunidade: com o pretexto de lançar no Rio Grande o recém impresso número 19 da revista Coyote (da qual o Ademir é um dos editores), bolou um encontro do Ademir com três ativos nomes da poesia gaúcha – Telma Scherer, Cristina Macedo e Ronald Augusto. Na terça, 14, estavam todos na Palavraria – inclusive os filhos do Ademir – para mais um estimulante bate-papo.

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A conversa girou em torno das revistas literárias: o fazer cotidiano e os desafios dos editores alternativos (a expressão é minha) para manter viva a palavra poética num mundo mercantilizado. Aliás, registro umas duas ou três frases de Ernesto Sábato que fizeram bela moldura para a discussão. A título de editorial, aparecem lá nas primeiras páginas da Coyote 19:

Não devemos desperdiçar a graça dos pequenos momentos de liberdade de que podemos desfrutar: uma mesa compartilhada com pessoas que amamos, umas criaturas que ampararemos, uma caminhada entre as árvores, a gratidão de um abraço. Nós nos salvaremos pelos afetos. O mundo nada pode contra um homem que canta na miséria.

COYOTE 19 03

Bacana que, como manda o figurino, o papo rolou com muita leitura. As gurias e os guris da mesa se puxaram e mandaram ver muito poema bom. Aproveito para concluir esta nota, reproduzindo dois poemas lidos com muita emoção pelo Ademir, numa homenagem póstuma ao poeta Rodrigo de Souza Leão, morto prematuramente há alguns dias.

Em tempo: a revista está um primor – editorial e gráfico. Vai para minha pilha de livros na cabeceira. Coyote 19 encontra-se à venda na Palavraria por R$ 10,00.

Valeu Telma, Ronald, Cristina. Valeu Ademir. Boa, Fernando.

Um abraço do Luiz Heron

Dois poemas de Rodrigo de Souza Leão:

I
Guelras e silêncio. As formigas passeiam pelos peixes. Jonas e sua baleia estão expostos. À mostra, toda a tradição. Estandartes nas mãos. Crianças começam a cantar o estribilho do hino nacional. As bandeiras se masturbam no vento. Poetas discutem a complexidade do mundo sem complexidade. O hino é belo e a flâmula é verde e amarela. Eu só queria romper a bolha que me prende a esta casa e a estes metros quadrados. Eu iria à feira ver os peixes mortos. Sentir o odor fétido das sardinhas expostas. E não ler em algum lugar que tudo está à venda. Inclusive as cabeças dos líderes da oposição poética. Um a um decapitados por serem apenas diferentes. [Do livro O caga-regras. Pará de Minas, Virtual Books, 2009.]

napalm_01

II
Cada gol é uma medalha no peito. O general tem muitas medalhas e nenhuma guerra. Em São Paulo, certa vez, uma mulher super-poderosa disse que eu tinha sido soldado em outra encarnação. Muitas guerras a serem vencidas. Era um garoto que como eu amava os Beatles e os Rolling Stones. Vietnã. Na veia. Helicópteros por todo o lado. Napalm. Gás mostarda. Baionetas enfiadas nos corpos. Injetando alguma química feroz. [Fragmento do livro Todos os cachorros são azuis, 2008.]

MARCADOR 01_LIVROS

 




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