Posts Tagged ‘Vai rolar na Palavraria



13
dez
10

Vai rolar na Palavraria, 14/12: Sarau das Oficinas de Poesia Ronald Augusto

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14, terça, 19h: Sarau poético-musical das Oficinas Ronald Augusto, com Liana Sinara Marques, Denise Freitas, Deisi  Beier, Carmen Silvia Presotto, Loiva Serafini, Maria da Graça, Jackeline Gay, Paulo Prates e Jaime Medeiros Jr.

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liana sinara marques
denise freitas
deisi  beier
carmen silvia presotto
loiva serafini
maria da graça
jackeline gay
paulo prates
jaime medeiros jr

& ronald augusto

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10
dez
10

Vai rolar na Palavraria, 11/12: Sarau com alunos do escritor Charles Kiefer

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11, sábado, 19h: Sarau poético-musical com alunos de Charles Kiefer do Curso de Letras da PUC.

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09
dez
10

Vai rolar na Palavraria, 10/12: Mudaram as estações, palestra e debate com Betina Mariante Cardoso

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10, sexta, 19h: Mudaram as estações, palestra e debate com Betina Mariante Cardoso. Ciclo Amor & Biologia: Prosa e Poesia, promoção da Casa Editorial Luminara na Palavraria.

Chega o verão e, com ele, nova estação de amores, paixões e reações químicas. Para muitos, sol do meio-dia; por toda parte, pontos de exclamação! Para outros, veraneio, convívio, família reunida na praia: amor de fim de tarde, reticências tranquilas…

Mas, afinal, que faz com que a temperatura das relações se eleve no verão: o calor dos corpos na praia, o carnaval, a sede por novidades e intempéries? As paixões são mais propícias no verão, quando há estímulos intensos a todos os cinco sentidos? E como nossa biologia se modifica, frente a tanta intensidade? As perguntas não param por aí:  o cérebro das mulheres é diferente do cérebro dos homens? A paixão que sente o homem é diferente daquela que sente a mulher? E homens e mulheres amam e sentem ciúmes de forma diversa? O que os hormônios têm a ver com a tempestade da paixão dentro de nós? Como homens e mulheres adoecem de amor? Podemos nos apaixonar por duas pessoas ao mesmo tempo, ou apenas amarmos um e nos apaixonarmos por outro? As traições ocorrem mais no verão? Somos diferentes de nós mesmos quando estamos apaixonados, quando estamos plenos de verão dentro de nós?

Essas e outras perguntas serão discutidas na palestra de encerramento do ciclo “Amor e Biologia: Prosa e Poesia”, por Betina Mariante Cardoso, Médica Psiquiatra e tradutora dos livros “A Natureza do Amor” e “…E viveram ciumentos e felizes para sempre”, de autoria de Donatella Marazziti, Casa Editorial Luminara.

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03
dez
10

Vai rolar na Palavraria, 04/12: Qual é a do Issa, com os poetas Ricardo Silvestrin, Alexandre Brito e Marco Celso Huffel Viola

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04, sábado, 18h: Qual é a do Kobayashi Issa? Bate-papo sobre o mestre japonês dos haikais, com Ricardo Silvestrin, Alexandre Brito e Marco Celso Huffel Viola. Promoção do Jornal Vaia.


Ricardo Silvestrin lançou 13 livros. Os mais recentes são “O videogame do rei”, romance, “O Menos Vendido”, poesia, “Play”, contos, “Transpoemas”, infantil de poesia. É também músico da banda os poETs. É colunista do jornal Zero Hora. Apresenta na rádio Ipanema FM o programa Transmissão de Pensamento. Recebeu por 5 vezes o prêmio Açorianos de Literatura.

Alexandre Brito é poeta, músico, letrista, produtor cultural, editor da ameop — ame o poema editora. Idealizou e coordenou como editor a Coleção de poesia Petit-Poa para a Coordenação do Livro e Literatura da Secretaria Municipal da Cultura de Porto Alegre, quando foi publicado Zeros. Tem poemas publicados em diversas antologias e revistas especializadas. Integrou a Banda Os Três Poetas com Ricardo Silvestrin e Ricardo Portugal.  Integra a banda os poETs com os poetas/músicos Ronald Augusto e Ricardo Silvestrin, desenvolvendo trabalho de letrista e compositor.

O poeta gaúcho Marco Celso Huffell Viola começou a imprimir e a expor seus poemas em 1969, iniciando o que a crítica denominou, mais tarde, de geração mimeógrafo. É um dos idealizadores e executores do evento literário Porto Poesia, que este ano ganhou entre nós sua quarta edição. Publicou os livros Icosaedro, O feiticeiro e a taça, O mistérios da vida, O livro negro dos bardos e seu mais recente, Poemas para ler em voz alta”, Porto Alegre: Office, 2004.  Edita os blogs Marco Celso Huffel Viola e Marco Celso Viola.

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01
dez
10

Vai rolar na Palavraria, 02/12: Na rede – quarto encontro da 1ª Vereda Literária

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02, quinta, 19h: Na rede: a literatura e a internet, palestra e debate com Ana Mello e Cris Moreira e mediação de Beatriz Pinto Ribeiro. quarto encontro da Vereda Literária Literária na Palavraria.

Na REDE: A literatura e a internet. A relação das autoras com a linguagem literária e a linguagem na web (será que existe uma diferença?), o mundo ficcional e a produção de textos dentro e fora do ciberespaço.

A escritora Ana Mello participou de várias Antologias da Editora Litteris e CBJE, publica em diversos sites na internet e é colunista do site SORTIMENTOS.COM desde 2003. Escreve poesias, contos e crônicas. É coordenadora do Movimento Poetrix no Rio Grande do Sul. Tem poema selecionado no Concurso Poemas no Ônibus e Trem – 2006. Publicou recentemente seu primeiro livro em papel, Minicontando, pela editora Casa Verde. Ministra oficinas de minicontos, crônica e poetrix para público jovem e adulto. Seus e-books, Verbetrix, Aleivosias e Céu & Inferno podem ser acessados gratuitamente.

Beatriz Pinto Ribeiro é jornalista e publicitária.

Cristina Moreira teve contos publicados nas antologias: 102 que contam (2005), 30 Contos Imperdíveis (2006) e 103 que contam (2006). Em 2007 lançou, com colegas, a antologia Inventário das Delicadezas. Atualmente assina como A Autora em www.overcomeyourfear.blogspot.com, e fotografa, alfabeticamente em www.conexaofotografia.blogspot.com. Pode ser encontrada no aautora@gmail.com.

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30
nov
10

Vai rolar na Palavraria 01/12: A personagem – terceiro encontro da 1ª Vereda Literária

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01, quarta, 19h: A personagem, palestra e debate com Carol Bensimon e Renata Wolff e mediação de Lu Thomé. Terceiro encontro da Vereda Literária Literária na Palavraria.

A PERSONAGEM: Plana ou esférica, principal ou secundária, é a personagem que comanda o enredo? Ou é o enredo que comanda a personagem? E mais ainda, onde fica o autor nisso tudo? Sobre este e outros pontos em comuns deve girar a conversa das autoras.

Carol Bensimon nasceu em Porto Alegre, em 1982. Publicou contos em Zero Hora e nas revistas Ficções e Bravo!, entre outros periódicos. Atualmente, finaliza o seu doutorado na Université Sorbonne Nouvelle, na área da Literatura Comparada. Pó de parede é seu livro de estréia. Seu segundo livro, Sinuca embaixo d’água (lançamento previsto para 2009), foi contemplado com a Bolsa Funarte de Estímulo à Criação Literária.

Renata Wolff tem contos publicados na antologia Outras Mulheres, organizada por Charles Kiefer para a Editora Dubliense (2010).

Lu Thomé é jornalista e coordena projetos de assessoria de imprensa no Estúdio de Conteúdo, atendendo autores e editoras como Não Editora e Dublinense. Participou das antologias Ficção de Polpa – Volumes 1, 2 e 3 (Não Editora).

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25
nov
10

Vai rolar na Palavraria, 26/11: lançamento do livro Pensar em Deleuze: violência e empirismo no ensino da filosofia

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26, sexta, 19h: Lançamento do livro Pensar em Deleuze: violência e empirismo no ensino de filosofia, de Esther Maria Dreher Heuser (Editora UNIJUÍ).

O que é pensar?”, eis a questão orientadora deste livro, que, pelas linhas de força da filosofia de Gilles Deleuze, responde-a: pensar é uma violência sobre as faculdades. Resposta inspirada, sobretudo, na obra Diferença e repetição, cujo tema kantiano do conflito entre as faculdades é o lugar de explicação desse leitmotiv que atravessa a filosofia de Deleuze e que pode violentar o pensamento sobre o ensino de filosofia em seus diferentes níveis. Tratar da violência sobre as faculdades implica estabelecer uma doutrina das faculdades, o que, conforme Deleuze, só pode ser feito por meio de um empirismo transcendental. O livro defende que Deleuze produziu sua própria doutrina nas obras anteriores à Diferença e repetição, em seus escritos monográficos, obras nas quais desenvolveu as bases do seu programa filosófico quando procurou engendrar a gênese do pensar, isto é, fazer a descrição genética das condições de efetividade da experiência, edificando uma teoria diferencial das faculdades. Desenvolvimento levado a termo na conjunção: com Nietzsche, Kant, Proust, Sacher-Masoch e na intersecção entre Filosofia e Arte e Ciência, formas do pensamento ou da criação que só existem mediante experiências-limites, quando o pensamento e as demais faculdades são abaladas por forças heterogêneas a elas, tornando-as sensíveis ao impensado.
Conceber o ensino de filosofia a partir do sentido produzido por Deleuze para esse problema – “O que é pensar?” – requer, portanto, privilegiar as relações agonísticas presentes nas três formas de pensamento e embaralhá-las de modo que delas se possa extrair novos movimentos de pensamento, de escrita e de possibilidades de existência.

Ester Maria Dreher Heuser é licenciada em Filosofia e mestre em Educação nas Ciências – Área de Filosofia – pela Universidade Regional do Noroeste do Estado do Rio Grande do Sul – UNIJUÍ e doutora em Educação pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul – UFRGS. Foi professora de Filosofia nos ensinos fundamental e médio. Atualmente trabalha em formação de professores de Filosofia na Universidade Estadual do Oeste do Paraná – UNIOESTE, no Campus de Toledo, PR, onde é professora-adjunta. É pesquisadora dos grupos de pesquisa: DIF – artistagens, fabulações, variações (UFRGS) e Linguagem, sociedade e política (UNIJUÍ), nos quais investiga a filosofia de Deleuze e suas implicações com o ensinar, aprender e pensar filosofia.

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