Arquivo para junho \29\UTC 2016

29
jun
16

Vai rolar na Palavraria, nesta quarta, 29, Lançamento do livro Fábula do cuidador, de Marilice Costi

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ESTA SEMANA NA PALAVRARIA b

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29, quarta, 19h: Lançamento do livro Fábula do cuidador, de Marilice Costi. 

6 29 a fábula do cuidadorCom uma narrativa delicada e imaginativa, Marilice demonstra competência para conduzir uma história que relata o envolvimento entre uma flor e um cavaleiro — cuja relação é uma metáfora para a sensibilidade e a empatia, instrumentos de afetividade e de crescimento pessoal. O texto ágil e sutil, profundamente inspirado nas fábulas clássicas e nos romances de cavalaria medievais, desenvolve-se em torno do cuidado que um personagem demanda do outro — tema frequente na carreira da autora, que tem sete livros publicados e foi vencedora de um Prêmio Açorianos de Literatura em 2006 com o volume de poemas “Ressurgimento” e criou a revista O CUIDADOR. Durante o evento de lançamento, será lançado também o site CUIDAQUI.COM, que vai auxiliar as pessoas que cuidam de alguém ou que precisam encontrar instrumentos e soluções para que possam cuidar dos seus afetos e de si mesmas.

Marilice Costi é Especialista em Arteterapia, Mestre em Arquitetura, escritora, arquiteta e urbanista. Foi editora-chefe da revista O CUIDADOR, que criou, durante 40 edições, hoje on-line. Autora de diversos artigos publicados em congressos e dos seguintes livros: “Gatilho nas Palavras”; “Como Controlar os Lobos? Proteção para nossos filhos com problemas mentais”; “A Influência da Luz e da Cor em Corredores e Salas de Espera Hospitalares”; “Poesia: Clichês Domésticos”, “Mulher Ponto Inicial”, “Ressurgimento” (Prêmio Açorianos de Poesia 2006) e “Tempos Frágeis”.

 

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Palavraria - livros a.

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24
jun
16

Vai rolar na Palavraria, nesta sexta, 24, Lançamento do livro O amor que não sentimos e outros contos, de Guilherme Castro.

ESTA SEMANA NA PALAVRARIA b

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24, sexta, 19h: Lançamento do livro O amor que não sentimos e outros contos, de Guilherme Castro.


6 24 o_amor_que_nao_sentimos_e_outros_contosO amor que não sentimos
 é o livro vencedor da categoria Contos do 1º Prêmio Cepe Nacional de Literatura e traz um bom conjunto de contos que, em geral, tratam as relações familiares e emocionais de um modo delicado, com uma sensibilidade original e uma escrita limpa e direta, fazendo um ótimo uso da oralidade. Os personagens são construídos com cuidado e eficiência pelo autor Guilherme Azambuja Castro, assim como as vozes de seus diversos narradores. Memória, infância e adolescência são trabalhadas de forma a retratar situações comuns, mas complexas, de passagem, perda ou conquista da experiência. O próprio ambiente onde as histórias se desenvolvem é de fronteira, reforçando essa impressão de transpasse ou transgressão. As referências extraídas da cultura pop, geracionais, e das tradições gaúchas também soam muito bem equilibradas.

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22
jun
16

Vai rolar na Palavraria, nesta quinta, 23, Lançamento do livro Cada amanhecer me dá um soco, de Andrei Ribas. Bate-papo do autor com Gabriela Silva e Luís Roberto Amabile.

ESTA SEMANA NA PALAVRARIA b

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23, quinta, 19h: Lançamento do livro Cada amanhecer me dá um soco, de Andrei Ribas. Bate-papo do autor com Gabriela Silva e Luís Roberto Amabile.

capa_final.cdrAs palavras gravadas à faca no cadáver examinado pelo legista logo nas primeiras páginas se assemelham às que eu gostaria de dizer sobre o livro: Venha ver.
Ver o quê?, pode se perguntar.
Primeiro: os personagens. O legista obcecado por corpos (em todos os sentidos) é apenas um dos seres – e não apenas humanos – que parecem estar bem na frente de quem lê. Acreditamos nesses personagens perturbados. Eles nos interessam. Queremos saber mais. De alguma forma, compreendemos seus dilemas e ambiguidades.
Segundo: a trama. A maneira como os fatos da ficção se entrelaçam proporciona algo menos comum do que deveria no mundo literário. A vontade de percorrer as páginas e avançar nos capítulos. E o que acontece surpreende.
Flertando com o gênero policial – mas já o subvertendo –, alternando os pontos de vista, investindo em recursos metaficcionais, Andrei Ribas exibe fôlego narrativo. Cada amanhecer me dá um soco mostra que ele, além de crítico competente, é escritor. E daqueles com talento.
Em resumo: Venha ver. [Luís Roberto Amabile]

Andrei Ribas é autor dos livros O monstro (All Print, 2007) e Animais loucos, suspeitos ou lascivos(Multifoco, 2013). Possui trabalhos reproduzidos nas revistas eletrônicas Plural, Flaubert, R.Nott, Pessoa, Mallamargens, 7faces, jornal Relevo, entre outras publicações. Escreve resenhas/críticas literárias para os sites Amálgama e Homo Literatus.

 

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20
jun
16

Programação de 20 a 25 de junho de 2016

ESTA SEMANA NA PALAVRARIA b

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21, terça, 19h: Confraria de Leitura Reinações.

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23, quinta, 19h: Lançamento do livro Cada amanhecer me dá um soco, de Andrei Ribas. Bate-papo do autor com Gabriela Silva e Luís Roberto Amabile.

capa_final.cdrAs palavras gravadas à faca no cadáver examinado pelo legista logo nas primeiras páginas se assemelham às que eu gostaria de dizer sobre o livro: Venha ver.
Ver o quê?, pode se perguntar.
Primeiro: os personagens. O legista obcecado por corpos (em todos os sentidos) é apenas um dos seres – e não apenas humanos – que parecem estar bem na frente de quem lê. Acreditamos nesses personagens perturbados. Eles nos interessam. Queremos saber mais. De alguma forma, compreendemos seus dilemas e ambiguidades.
Segundo: a trama. A maneira como os fatos da ficção se entrelaçam proporciona algo menos comum do que deveria no mundo literário. A vontade de percorrer as páginas e avançar nos capítulos. E o que acontece surpreende.
Flertando com o gênero policial – mas já o subvertendo –, alternando os pontos de vista, investindo em recursos metaficcionais, Andrei Ribas exibe fôlego narrativo. Cada amanhecer me dá um soco mostra que ele, além de crítico competente, é escritor. E daqueles com talento.
Em resumo: Venha ver. [Luís Roberto Amabile]

Andrei Ribas é autor dos livros O monstro (All Print, 2007) e Animais loucos, suspeitos ou lascivos(Multifoco, 2013). Possui trabalhos reproduzidos nas revistas eletrônicas Plural, Flaubert, R.Nott, Pessoa, Mallamargens, 7faces, jornal Relevo, entre outras publicações. Escreve resenhas/críticas literárias para os sites Amálgama e Homo Literatus.

 

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24, sexta, 19h: Lançamento do livro O amor que não sentimos e outros contos, de Guilherme Castro.

6 24 o_amor_que_nao_sentimos_e_outros_contosO amor que não sentimos” é o livro vencedor da categoria Contos do 1º Prêmio Cepe Nacional de Literatura e traz um bom conjunto de contos que, em geral, tratam as relações familiares e emocionais de um modo delicado, com uma sensibilidade original e uma escrita limpa e direta, fazendo um ótimo uso da oralidade. Os personagens são construídos com cuidado e eficiência pelo autor Guilherme Azambuja Castro, assim como as vozes de seus diversos narradores. Memória, infância e adolescência são trabalhadas de forma a retratar situações comuns, mas complexas, de passagem, perda ou conquista da experiência. O próprio ambiente onde as histórias se desenvolvem é de fronteira, reforçando essa impressão de transpasse ou transgressão. As referências extraídas da cultura pop, geracionais, e das tradições gaúchas também soam muito bem equilibradas.

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Palavraria - livros a.

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15
jun
16

Vai rolar na Palavraria, nesta sexta, 17: Sarau PsicanArte – Atuação: o discurso dos corpos, com Cristina Schazan, Juliana Brondari e Julio Conte. Promoção do ESIPP.

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ESTA SEMANA NA PALAVRARIA b

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17, sexta, 19h: Sarau PsicanArte – Atuação: o discurso dos corpos, com Cristina Schazan, Juliana Brondari e Julio Conte. Promoção do ESIPP.

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sarau psicanarte 2016

Palavraria - livros a.

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11
jun
16

Vai rolar na Palavraria, neste sábado, 11, Lançamento do livro Caso Pavle Sprugar, de Ivonei de Souza Trindade.

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ESTA SEMANA NA PALAVRARIA b

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11, sábado, 17h: Lançamento do livro Caso Pavle Sprugar, de Ivonei de Souza Trindade.

6-11 caso pavle

Em tempos de hostilidades bélicas, atacar bens culturais de um povo pode ser considerado um crime de guerra, segundo o Direito Internacional. Este livro faz uma análise do Caso Pavle Strugar, decisão paradigmática sobre a proteção de bens culturais em caso de conflito armado. Obra importante para os que possuem interesse nas áreas de Direito Internacional Penal e de Direito Internacional do Patrimônio Cultural.”.

 

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