Arquivo para maio \31\UTC 2013

31
maio
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Vai rolar na Palavraria, nesta segunda, 03/06: Clube de Leitura, com O pintor de batalhas, de Arturo Pérez-Reverte

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clube de leitura

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Leitura de junho: O pintor de batalhas, de Arturo Pérez-Reverte

Mediação: Carla Osório

 

03 de junho de 2013, segunda-feira, 19h

Na Palavraria

o pintor de batalhas - capa

O consagrado escritor Arturo Pérez-Reverte, autor de um dos maiores best-sellers da Europa – a série do Capitão Alatriste -, traz neste O pintor de batalhas um profundo “romance de idéias”. A história começa em pleno retiro de um ex-fotógrafo de guerra, o espanhol Andrés Faulques, que depois de trinta anos de carreira de sucesso abandonou as câmeras para dedicar-se à pintura de um grande mural em que tenta representar aquilo que escapou às suas lentes: a essência da guerra. Logo seu isolamento é interrompido pela chegada de um visitante inesperado, Ivo Markovic, ex-combatente croata que ele fotografou, e cujo retrato se tornaria símbolo internacional da resistência. O que Faulques não sabe é que essa foto teve conseqüências terríveis para o fotografado, e a única coisa que o manteve vivo foi a idéia de se vingar do fotógrafo.

Os encontros dos dois personagens e seus diálogos tensos diante da pintura em curso logo se revelam o fio condutor do romance, ao qual se entrelaça o da memória do pintor. Com essa matéria, Pérez-Reverte, ele próprio ex-fotógrafo de guerra, construiu seu romance mais reflexivo e autobiográfico. Uma obra que, sem decepcionar seu público afeito às grandes aventuras, trabalha com sofisticada maestria questões fulcrais da condição humana contemporânea.
O pintor de batalhas venceu o prêmio Vallombrosa Gregor von Rezzori de 2008.

perez-reverteArturo Pérez-Reverte nasceu em Cartagena, Espanha, em 1951. Foi jornalista correspondente de guerra e, em 1994, abandonou sua carreira para se dedicar exclusivamente à literatura. Seus livros já foram traduzidos para mais de vinte e nove idiomas, e alguns foram adaptados para o cinema. A série As aventuras do Capitão Alatriste vendeu mais de 4,5 milhões de livros na Espanha. Sempre polêmico, escreve artigos na revista dominical XLSemanal. Neles critica com dureza a sociedade espanhola, a igreja católica, o sistema financeiro internacional, a precariedade laboral juvenil, o feminismo radical, o separatismo basco e catalão, a linguagem politicamente correta, o terrorismo da ETA, entre outros temas.

Site oficial do autor: www.perezreverte.com

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Clube de Leitura Penguim/Companhia das Letras – Palavraria

Inscrições gratuitas

O Clube de leitura reúne, preferencialmente na primeira segunda-feira de cada mês, pessoas interessadas em ler e trocar idéias sobre obras da literatura clássica e contemporânea.

A primeira reunião foi em novembro de 2012, e discutiu o livro Terra Sonâmbula, de Mia Couto. Já foram enfocados Se um viajante numa noite de inverno (Italo Calvino), Caixa preta (Amoz Oz), Jacob, o mentiroso (Jurek Becker), Barba ensopada de sangue (Daniel Galera), A ausência que seremos (Héctor Abad) e Risíveis amores (Milan Kundera).

Em cada reunião os participantes escolhem as obras a serem discutidas nos próximos encontros e os respectivos mediadores, que serão sempre alternados.

Os participantes do Clube de Leitura terão um desconto de 10%, ao adquirirem na Palavraria os livros destinados à discussão. 

Informações e inscrições na Palavraria
Rua Vasco da Gama, 165 – 51 3268 4260 – de segunda à sexta das 11 às 21h
ou pelo email palavraria@palavraria.com.br.

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Palavraria - livros a.

30
maio
13

A crônica de Gustavo Lagranha: O Tempo e O Perseguidor

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O Tempo e O Perseguidor*, por Gustavo Lagranha

Há algo de errado com o tempo. Os dias voam, como se durassem uma piscada. Tal reclamação não é exclusividade minha; pensei que fosse em virtude de meu atarefamento que surgia essa impressão. Contudo ao questionar desde senhores aposentados a jovens e adultos desocupados, vem sempre um: nossa, já e metade do ano e parece que o réveillon foi ontem.

Deixarei de lado as especulações astrofísicas e astrológicas, ou místicas, como se prefira. Há toda a sorte de teoria nesses campos. Enveredo pelo caminho que me atrai: a literatura, a escritura, a palavra no papel ou na tela.

Em suma, o tempo literário é uma narração (mythós), uma ficção de tempo engendrada paralelamente ao decurso real – esse fluxo pretensamente constante e ininterrupto. Ilustrando o que afirmo, recordo a frase de Johnny Carter em O Perseguidor de Cortázar, a respeito de um fabuloso solo de sax alto interrompido abruptamente: “eu já toquei isso amanhã.” Há, neste conto longo do argentino que muito admiro, diversas construções do alter ego de Charlie Parker a respeito do tempo. Elucubrações que soam despropositadas, decorrentes do uso que o personagem faz de maconha, mas que, lidas hoje à luz de nosso cotidiano maluco, possuem uma assombrosa contundência. Mais adiante no texto Johnny diz: “(…) quando comecei a tocar, ainda menino, entendi que o tempo mudava.” E pouco além prossegue: “essa questão do tempo é complicada, vive me pegando de tudo que é jeito. Aos poucos eu começo a reparar que o tempo não é como uma sacola que a gente vai enchendo. Quero dizer que mesmo que a gente mude o que vai colocando na sacola, só cabe uma determinada quantidade, e pronto. Está vendo minha mala, Bruno? Cabem dois ternos e dois pares de sapatos. Bem, agora imagine que você esvazia a minha mala e depois vai pôr de novo os dois ternos e os dois pares de sapatos e de repente vê que só cabem um terno e um par de sapatos. Mas o melhor não é isso. O melhor é quando você percebe que pode botar uma loja inteira na mala, centenas e centenas de ternos, como eu às vezes ponho a música no tempo quando estou tocando.”

A brilhante criação de Cortázar traz à nossa falta de tempo uma lição, que converge justamente ao ponto de vista que desejo revelar: o momento, através da arte – literária ou não – pode se alargar, ou paralisar, ou até correr mais rápido. Ler a Odisséia é e sempre será voltar ao tempo – entenda-se essa volta aqui não como simples figura de linguagem – dos gregos; Ler Walden de Thoreau é não só visitar os bosques norteamericanos em meados do século XIX, mas também, de mãos dadas com o autor, passear novamente pelo tempo dos gregos.

São exemplos, somente, que ilustram e convidam. A arte e a literatura – e aqui acho uma referência para a qualidade na arte – genuína, original, relevante, possui sempre essa capacidade de liquidar o tempo – de o prostrar, derrotado, à condição de coadjuvante. Então talvez não haja algo errado com o tempo; talvez nosso excesso de referências nos ponha cada vez mais angustiados diante da volatilidade do que se produz, dando um xeque naquele velho sonho humano de se tornar eterno.

Escutando mais um pouco Johnny Carter: “você percebe o que poderia acontecer num minuto e meio… Então um homem, e não só eu mas também essa aí e você e todos os rapazes, poderiam viver centenas de anos, se a gente encontrasse a maneira poderíamos viver mil vezes mais do que estamos vivendo por culpa dos relógios, por causa dessa mania de minutos e de depois de amanhã…”

*Excertos de O Perseguidor extraídos de As Armas Secretas, de Júlio Cortázar, tradução de Eric Nepomuceno – 4ª Edição, Editora José Olympio, 2006

gustavo lagranhaGustavo Lagranha é bancário e estudante de Direito. Mora em Vacaria, cidade dos campos de cima da serra onde nasceu, longe dos estertores da capital. Morou em POA por cinco anos, onde virou fã, frequentador e amigo da Palavraria, tendo publicado nessa época contos nas antologias 103 que Contam e Novos Contos Imperdíveis, ambas organizadas por Charles Kiefer.

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29
maio
13

Vai rolar na Palavraria, nesta sexta, 31/05: Palavra habitada – inserção pelo Grupo p.a.r.t.e.s.c.r.i.t.a.

program sem

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31, sexta, 18h30: Palavra Habitada, inserção na Palavraria pelo  Grupo de Pesquisa  p.a.r.t.e.s.c.r.i.t.a.

O grupo de pesquisa .p.a.r.t.e.s.c.r.i.t.a. apresenta uma série de trabalhos e experiências em artes visuais a partir do dia 31 de maio na PALAVRARIA, em Porto Alegre. São diferentes propostas de inserção na dinâmica da livraria e cafeteria do bairro Bom Fim. A ação reflete a frequentação constante do local pelo grupo de 11 artistas.

para o aparecimento_LeticiaBCoordenado pela artista e professora ELIDA TESSLER, o grupo .p.a.r.t.e.s.c.r.i.t.a. estuda as estreitas relações entre palavra e imagem no campo das artes visuais. Está vinculado ao CNPq e reúne alunos em diferentes níveis de formação (doutorado, mestrado, graduação), todos ligados ao INSTITUTO DE ARTES DA UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL.

Nos últimos três anos, o eixo norteador de trabalho foi fixado nas conexões entre arte e literatura. Como uma espécie de laboratório permanente, cada encontro partia da leitura de um texto literário, identificando-o com as problemáticas de pesquisa de cada um dos integrantes do grupo, visando contextualizar histórica e criticamente a noção de escrita nas artes visuais.

O evento da Palavraria, sob o título geral de PALAVRA HABITADA, não corresponde exatamente a uma exposição, mas antes a uma INSERÇÃO, com proposições que buscam a experimentação da própria livraria-café, além de considerar a significante denominação do lugar. Os trabalhos inseridos nesse contexto propõem ativar espaços e relações de vizinhança, os hábitos da leitura, da procura, do cafezinho…
cumplice_MarthaParticipam da inserção os seguintes artistas: EDUARDO MONTELLI, ELIDA TESSLER, LETÍCIA BERTAGNA, LETÍCIA LAMPERT, FERNANDA GASSEN, HELENE SACCO, MÁRCIA SOUSA, MARINA JERUSALINSKY, MARTHA GOFRE, MAYRA REDIN e VÂNIA SOMMERMEYER.

A inserção PALAVRA HABITADA terá início dia 31 de maio, e os trabalhos permanecerão por tempo indeterminado, conforme as especificidades de cada um. O evento de abertura ocorrerá no dia 31 das 18h30 às 21h. A entrada é franca.

A Palavraria funciona de segunda a sábado, no horário das 11h às 21h.

Para mais informações, contatar Marina Jerusalinsky: marijeru@gmail.com

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29
maio
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Aconteceu na Palavraria, nesta terça, 28, Lançamento do livro Um elefante em Albany Street, ensaios de Luiz-Olyntho Telles da Silva

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aconteceu

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28, terça: Lançamento do livro Um elefante em Albany Street: A arte da descrição discreta, ensaios de Luiz-Olyntho Telles da Silva. Participação especial de Luciana Thomé e Silvia Rocha-Starosta (Editora HCE)

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maio
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A crônica de Guto Piccinini: Contornos

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Contornos, por Guto Piccinini

Chegamos ao setor indicado perto da metade da manhã. O sol, tórrido, flertava com o bom humor companheiro da jornada, e a comicidade de nossa caminhada nos oferecia amparo às expectativas de qualquer encontro. Pensando agora, era do encontro que se tratava. Nossa tarefa seria, de certo modo, bastante simples: entrar, balbuciar palavras, “oi, tudo bem?”, e de resto aquilo que todos, normalmente, sabem: “Temos um nome, peso e altura. Pendemos como sacola rasa e, de vida curta, seguimos, como pau para toda obra!”. Em suma, notem que de longe o conteúdo importa. Chegamos e logo deparei, com estes olhos de bravata que a terra ainda há de comer como porco em melancia (e deixemos espaço para esta bela imagem), o ser que aqui nos serve de musa inspiradora. Despertei uma disposição imaginária de imediato. As palavras estão aí para dar algum contorno ao mundo das coisas e, nesta historieta, é exatamente do contorno que se trata. Mas não se enganem: nada daqui se compara do que fora possível ao momento. Faço um esforço e, guardadas todas as prevenções diante do abismo, sigamos a trilha.

Vejam que é na baixa expectativa que o mundo se apresenta. Atento aos movimentos, os ouvidos em riste e a busca por uma abertura transcendental ao instante, entramos porta adentro neste saliente pouco caso. Afinal, se há algo que nos acompanha é um certo senso de estratégia. Puro low profile. Logo de cara sentimos o duro golpe: nossas pretensões são duramente desmascaradas. Como tirar doce de criança. Tão certo quanto a morte. Menos pela expressão, e mais em função da imagem. Neste misto de surpresa e gozo, estava eu diante deste ser, mal fadado ao momento, que do topo de sua existência nos encara e sorri. Por detrás do vidro, sorri. Mas não somente aquela expressão irônica que nos surge do canto da boca e nos explode elegantemente. Não. Ela sorria com a boca, com os olhos, com o nariz e com tudo o mais que nos oferece aquele rosto. Sorria o sorriso dos justos: riso de gozo que, em alto e bom som, denuncia nossa presença como a escória do mundo. Sem reação, sentia meu corpo lambuzado deste acidente. Com chave de ouro, foi nesta paralisia tão instantânea como passageira, que percebia em meio a toda cena pedaços de amendoim que dançavam em ritmo escaldante por entre seus dentes de galhofa (e eis que, então, retomamos a licença poética reservada as melancias).

Vislumbrei aí minha salvação. Desvencilhei-me destes lábios escusos e penetrantes, e ao dar um passo à frente, descolo um “tudo bem?”. Perdi no caminho minha saudação inicial, na antecipação catártica de nossa protagonista. Vi uma brecha para rir da cena. Internamente me desmanchava. “Não está morto quem peleia!”, agora penso. Nada como uma expressão bem utilizada. Esta é a grande força da ironia: o encaixe do estranho, do grotesco. É como um saco de urina venenosa ou uma bomba de fezes explosivas: inofensivas, mas dão o que falar! E foi neste clima envolvente que a vi sentir uma áurea mal cheirosa. Foi com um aceno de cabeça que minha (alienada) inimiga retrucou meu gracejo, enquanto nos dirigia a uma outra sala, de onde todos conversaríamos com mais aconchego. Naquele momento sabia que os riscos já eram demasiados. A intensidade da cena me tomou em hipnose. Deixei a palavra aos colegas, e num silêncio autofágico, passei a observar os contornos deste esdrúxulo ser que ali nos oportunizava presença. Dos pés à cabeça, devorei aquela imagem, e dei graças por não ser pego em flagrante.

A sinuosidade de seu corpo compunha um característico destaque com as calças estilo legging, pressionando à altura dos joelhos e possibilitando certa rigidez a este setor responsável pela locomoção diária. Criei uma teoria ligeira, entretido na dobra de suas pernas, de que a pequena dificuldade em seus passos seria função da pressão produzida pela tal peça de roupa. Pura especulação. Já por outro lado, da área central do corpo e somando-se as coxas, jazia um imenso pullover verde escuro, com detalhes em relevo, compondo maciez com a dureza provável de sua constituição corpórea. As mangas, elevadas até o cotovelo, deixavam expostas os pelos loiros do braço, uma porção destas fitinhas clássicas estilo Senhor do Bonfim, bem como um discreto relógio dourado. Suas unhas, com o esmalte já corroído pelo tempo, acompanhavam de mau grado os dedos que, felizes, seguiam as mãos nos gestos e gesticulações do falatório.

Mais acima, retornamos ao palco da abertura deste enrosco: o rosto, a máscara, a persona. Janela da alma. Às vezes parece que tudo passa pelo rosto e seu conjunto de características peculiares. No nosso caso, testemunhávamos um grande pescoço, espesso e corajoso. Diante de sua tarefa, permanecia impávido. As orelhas, um pouco flácidas, distendiam delicadamente pela ação dos brincos que dali pendiam. As bochechas, róseas como duas maçãs, eram cobertas por uma fina manta de fios louros, mas que de longe chegavam a constituir feições masculinas. Era um rosto feminino, em sua estranheza, mas essencialmente feminino. Lembro de uma fala de Saramago, fantasiando a hipótese de que nossos olhos fossem tão eficientes quanto os de uma águia, e que assim veríamos tantos detalhes do corpo humano, a ponto sermos todos de uma estranheza grotesca, visíveis nossas inúmeras imperfeições, crateras e escoriações. Tudo tão demasiadamente à mostra.

Talvez seus olhos tivessem assim esta eficiência ótica. Como duas grandes bolotas regidas por um eixo central, ela nos direcionava o foco de sua vista. Foi no auge deste olhar de tom cerúleo, que vislumbrei uma beleza indescritível. Eram lindos com o céu. Por muito pouco me arrependi de estar ali, centrado tão oniricamente na geografia da cena, vislumbrando a futura escrita, e em meio à reunião em decurso. Por pouco. Mas então reencontrei, em meio às palavras intermináveis, o amendoim eterno, a ruminar no princípio do sistema digestivo. Multiplicação dos amendoins. Na presença de um milagre, e segui adiante.

Estava eu no topo. Cravei uma bandeira naqueles cabelos de cor indefinida e subdivididos em duas porções. Era como se fossem dois cabelos numa cabeça só. Na retaguarda, o ondulado dos fios desmascaravam um corte ultrapassado, mas ainda guardando altivez e compostura. Para minha surpresa, na parte da frente havia uma outra porção de cabelos, tal qual aqueles chapéus utilizados no casamento da família real inglesa, a despeito de sua independência democrática. Tudo tão tanto, ali, entre a porção medial do couro cabeludo, e  a formação de uma franja que nos encara, solene e matreira. Foi o que pude. Quando vi, todo este corpo me envolvia num abraço aconchegante, num tom de amêndoas e de um perfume ocre que fingiam discutir com minhas glândulas olfativas a melhor forma de negociar o instante. Fechei os olhos, e tão logo iniciei a imaginar toda a historieta,estava eu sentado, novamente em meu caminho.

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Guto Piccinini, psicólogo, mestre em psicologia social e frequentador da Palavraria. Atualmente experimentando palavras.

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26
maio
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Aconteceu na Palavraria, neste sábado, 25/05: Pocket musical com Cleber Viana Trio

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25, sábado, 18h: Pocket musical com a banda Cleber Viana Trio. O grupo é formado por Cleber Viana (Guitarra,Violão), Elton Schneider (Baixo 4 e 6 Cordas) e Mateus Kremmer (Bateria e Percussão). Fotos do evento.

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26
maio
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Aconteceu na Palavraria, nesta sexta, 24/05, Conversas afinadas, com Heloísa Cunha Tonetto e Carlos André Moreira

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24, sexta, 18h: As Aventuras de Pi: historização e múltiplas perspectivas de uma mesma história, com Heloísa Cunha Tonetto e Carlos André Moreira. Conversas afinadas na Palavraria – Promoção do Instituto de Ensino e Pesquisa em Psicoterapia. Fotos do evento.

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