30
ago
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Vai rolar na Palavraria, nesta quarta, 31, Lançamento do livro O menino que se tornou Brizola, de Cleber Dioni Tentardini.

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31, quarta, 19h: Lançamento do livro O menino que se tornou Brizola, de Cleber Dioni Tentardini.

8 31 brizolaA vida de Leonel Brizola, com ênfase para os primeiros anos em Porto Alegre, até o exílio no Uruguai e a volta, quinze anos depois. “…Éramos todos jovens e nos identificávamos com aquela massa anônima a percorrer as ruas de Porto Alegre, gritando ‘Getúlio’, ‘Getúlio’ e empunhando faixas com toscas inscrições em favor dos sindicatos e das garantias de trabalho”. Leonel de Moura Brizola.

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29
ago
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Vai rolar na Palavraria, nesta terça, 30, Lançamento do livro A lista de Schindler nunca termina, de Renato Moreira.

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30, terça, 19h: Lançamento do livro A lista de Schindler nunca termina, de Renato Moreira.

8 30 a lista
O livro A Lista de Schindler nunca termina trata da própria vida que se desvela entre as linhas através de reflexões sobre esperança, política, romance, drogas, liberdade, conflitos sociais – entre outros temas. Bem sabemos que a existência possui uma multiplicidade impossível de ser resumida e, por aqui, encontramos os diversos personagens, as diversas personas que somos todos os dias enquanto tentamos alcançar a expectativa de uma felicidade. O autor propõe, nesse livro, uma visão proposital do conteúdo em vez da forma milimetricamente perfeita – um compromisso com a mensagem ofertada pela sensibilidade da poesia.

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29
ago
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Programação de 29 de agosto a 3 de setembro de 2016

ESTA SEMANA NA PALAVRARIA b

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30, terça, 19h: Lançamento do livro A lista de Schindler nunca termina, de Renato Moreira.

8 30 a lista
O livro A Lista de Schindler nunca termina trata da própria vida que se desvela entre as linhas através de reflexões sobre esperança, política, romance, drogas, liberdade, conflitos sociais – entre outros temas. Bem sabemos que a existência possui uma multiplicidade impossível de ser resumida e, por aqui, encontramos os diversos personagens, as diversas personas que somos todos os dias enquanto tentamos alcançar a expectativa de uma felicidade. O autor propõe, nesse livro, uma visão proposital do conteúdo em vez da forma milimetricamente perfeita – um compromisso com a mensagem ofertada pela sensibilidade da poesia.

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31, quarta, 19h: Lançamento do livro O menino que se tornou Brizola, de Cleber Dione Tentardini.

8 31 brizolaA vida de Leonel Brizola, com ênfase para os primeiros anos em Porto Alegre, até o exílio no Uruguai e a volta, quinze anos depois. “…Éramos todos jovens e nos identificávamos com aquela massa anônima a percorrer as ruas de Porto Alegre, gritando ‘Getúlio’, ‘Getúlio’ e empunhando faixas com toscas inscrições em favor dos sindicatos e das garantias de trabalho”. Leonel de Moura Brizola.

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1, quinta, 19h: Lançamento do livro Rindo do trágico: o humor na literatura israelense contemporânea, de Leniza Kautz Menda. Bate-papo da autora com Abrão Slavutzki e Rafael Ban-Jacobsen.
9 1 rindo do trágicoEm Rindo do trágico: o humor na literatura israelense contemporânea, são apresentadas e dissecadas as obras de escritores como Sayed Kashua (mestre da autoironia), David Grossman (com seu humor cáustico, que flerta com o preconceito), Meir Shalev (de um humor delicado, saudosista, que aponta um caminho de esperança mesmo em meio a adversidades e à guerra), Yoram Kaniuk (autor que tangencia o “humor negro”, explorando a sátira grotesca) e Amós Oz (cujos textos estão recheados de uma comicidade profundamente humana, capaz de lançar luzes sobre temas tão espinhosos quanto o conflito árabe-israelense). Esses e outros prosadores têm suas características gerais, a sua literalidade e – por que não? – suas obsessões aqui analisadas diretamente a partir de trechos das suas obras.

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2,  sexta, 18h: Lançamento do livro Celebrando a vida, de Nilva Ferraro.

9 2 Celebrando a Vida 3.

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03, sábado, 17h: Lançamento do livro 2038, de Max Telesca. Bate-papo do autor com Roberto Medina.

2038
Em 2038 “tudo é normal, pois todo mundo faz”. Este é o princípio fundamental de um país que resolveu de maneira bastante original o problema da corrupção: legalizando-a. Este mesmo país, também de maneira inusitada, solucionou o problema da violência urbana regularizando os esquadrões da morte ao considerar “não-pessoas” os latrocinas, homicidas e os traficantes irregulares de drogas, aqueles que não distribuem de forma regular o “arrego”, propina policial também liberada em Lisarb. Verificando a impossibilidade de vencer o problema dos grandes desvios éticos, os líderes de Lisarb decidiram que o tema da corrupção deveria ser superado de vez e incorporado aos costumes a partir da Doutrina da Aceitação.

Max Telesca nasceu em Porto Alegre em 1974. Passou a infância no interior, na região do Pampa gaúcho, em Canguçu. Formou-se em Direito pela Universidade Federal de Pelotas em 1997 e logo depois foi para Brasília, onde iniciou sua carreira de advogado. Em sua trajetória, destaca-se a atuação política na Ordem dos Advogados do Brasil (OAB). Exerceu cargos relevantes, como a Presidência do Tribunal de Ética, da Comissão de Direitos Sociais e de Diretor da OAB/DF. Criou a Telesca e Advogado Associados e é representante em Brasília da Procuradoria-geral do Município de Porto Alegre. Fundou o Instituto de Popularização do Direito, no qual é secretário-executivo. Exerce, ainda, a função de vice-presidente do Sindicato dos Advogados do Distrito Federal. É especialista em tribunais superiores, processo civil e direito penal. Atuou nas mais importantes investigações criminais do país nos últimos anos, destacando-se a defesa que produziu na AP 470-Mensalão, quando absolveu sua cliente por unanimidade no Supremo Tribunal Federal. É casado pela segunda vez e pai de dois filhos. Na área literária, 2038 é seu romance inicial, embora tenha escrito Mortes Modernas, ainda não publicado. Foi indicado ao Prêmio Habitasul Correio do Povo Revelação Literária de 2001 da Feira do Livro de Porto Alegre pelo conto “Verão Grego”.

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23
ago
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Programação de 22 a 27 de agosto de 2016

ESTA SEMANA NA PALAVRARIA b

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23, terça, 19h: Lançamento do livro O príncipe do deserto e a estrela, de Gabriela Maraschin.

o príncipe

O Príncipe do Deserto e a Estrela Cadente é o primeiro livro da jornalista gaúcha Gabriela Maraschin. Ele traz a história de um encontro: da antiprincesa Lis, arteira, decidida e destemida, e do viajado príncipe Har. Juntos, eles partem a galope em busca de uma grande aventura.

A obra é um conto de princesa, mas com uma dose generosa de irreverência, simplicidade e liberdade. Lis e Har sabem quebrar o protocolo real como ninguém e, talvez por isso, conquistam a todos por onde passam.

Depois de trabalhar muitos anos como repórter e apresentadora de televisão no Rio Grande do Sul, Gabriela Maraschin deixou o Brasil com o marido e três filhos para viajar e conhecer o mundo. A experiência que deveria durar apenas doze meses completa sete anos.

O livro será autografado na livraria Palavraria, em Porto Alegre, no dia 23 de agosto, a partir das 19 horas. As ilustrações em aquarela foram feitas pela artista Gabriela Rizzo Bins, que vive em Nova Iorque.

 

Palavraria - livros a.

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25, quinta, 19h: Lançamento do livro Garoa fina, de Marle Araújo.

Palavraria - livros a.

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27, sábado, 17h: Lançamento do livro Antologia da Oficina de Escrita Criativa, organizada por Luiz Antonio Assis Brasil.

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19
ago
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Vai rolar na Palavraria, neste sábado, 20, 18h: Medula, com Isabel Nogueira, Luciano Zanatta, Diego Silveira e Isadora Nocchi.

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ESTA SEMANA NA PALAVRARIA b

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20, sábado, 18h: Medula, com Isabel Nogueira, Luciano Zanatta e convidados.

isabel nogueira 02

A Medula é uma estrutura complexa que pode ser vista a partir de múltiplas facetas. Dessa vez vem em cortes transversais. Serão duas performances em duo pra duende nenhum duvidar.

Diego Silveira e Luciano Zanatta vem com infrainstrumentos, batidinhas cretinas, sons estranhos objetos improváveis, improvisações barulhentas e bytebeats pegados. Luciano chama a performance de CANALHAS!!! mas Diego tem horror a esse nome e prefere chamar de qualquer outra coisa menos de Michelzinho.

Isabel e Isadora não tem em comum somente as três primeiras letras do nome: são parte de um meio onde as mulheres são minoria (sério?), e fazem um monte de coisas pra que isto seja diferente. Vão tocar em duo pela primeira vez, traçando teias, tramando texturas e tecendo tosqueiras entre guitarra, pedais, kaoss e voz. Curtem tríades e triskels, mas elas ainda não sabem se vão aparecer. Esqueceram de pensar em um nome para a performance.

Luciano Zanatta diz que é músico. Vem fazendo barulho, tocando desafinado, bagunçando e enchendo o saco há mais tempo do que seria recomendável.

Diego Silveira usa infrainstrumentos, instrumentos descartáveis, computador artigos de bazar.

Isabel Nogueira é especialista em assuntos inconvenientes. Drama e capacidade de mutação sob uma aparente tranquilidade. Só parece inofensiva: maneja magias antigas. Sol em touro (na casa de aquário), ascendente em câncer e lua em sagitário podem explicar alguma coisa, mas não esclarecem nada.

Isadora Nocchi Martins na verdade sente que seu nome de verdade é Zazá. Começou a tocar guitarra para aprender hits pop, quis aprender bossa nova, mas percebeu que gosta mesmo é de fazer barulho com seus pedais. Não é de falar muito ou tocar alto, mas está aprendendo.

 

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19
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Vai rolar na Palavraria, neste sábado, Lançamento do livro Receitas da Casa das Tias, de Miram Tolpolar.

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20, sábado, 11h: Lançamento do livro Receitas da Casa das Tias, de Miram Tolpolar.

Afinal, o que uma artista plástica tem a ver com culinária?
Nada. E tudo!
Miriam Tolpolar

8 20  receitas

 

O livro reúne 74 receitas e 77 ilustrações, dentre 41 litografias e 36 desenhos da artista, que explica a conexão com o seu fazer artístico: “Minha obra dialoga com questões relacionadas à memória, identidade e repetição e gosto de investigar suportes pouco convencionais. Por tudo isso me encantei com os cadernos de receitas das tias!”, revela.

Miriam Tolpolar. Artista plástica, Mestre em Poéticas Visuais pelo Instituto de Artes da UFRGS e professora de Litografia do Atelier Livre da Prefeitura, em Porto Alegre, Miriam Tolpolar é apaixonada pela gravura. A partir de 1986, dedica-se à litografia, objeto de suas pesquisas técnicas e conceituais. Desde 1983, participa de Salões de Arte, exposições coletivas e Bienais de Gravura no Brasil e no exterior, tais como Argentina, Japão, Coréia do Sul, China e Egito e, ao longo de sua carreira, recebeu inúmeros prêmios, como o II Prêmio Açorianos de Artes Plásticas – Destaque em Gravura, da Prefeitura Municipal de Porto Alegre. Em 2014, lançou o livro Memória da Litografia: pedras raras da Livraria do Globo, contemplado para publicação em edital do FAC/RS, Secretaria Estadual da Cultura, e em segunda edição.

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17
ago
16

Vai rolar na Palavraria, nesta sexta, 19, Lançamento do livro A reprodução do racismo. Fazendeiros, negros e imigrantes no oeste paulista, 1880-1914, de Karl Monsma.

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ESTA SEMANA NA PALAVRARIA b

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19, sexta, 19h: Lançamento do livro A reprodução do racismo. Fazendeiros, negros e imigrantes no oeste paulista, 1880-1914, de Karl Monsma.

8 19 a reprodução do racismo

A partir do final da década de 1880, São Paulo atraiu muito mais imigrantes que qualquer outra província ou estado brasileiro em função, sobretudo, do programa paulista de imigração subvencionada para italianos e outros europeus que aceitavam trabalhar nas fazendas de café. No estado paulista, os fazendeiros de café enfrentaram a rebeldia dos cativos e, depois da abolição, precisavam controlar uma grande massa de trabalhadores composta principalmente de imigrantes, com uma minoria significante de brasileiros, em que se destacam os libertos.

Os negros esperavam ser tratados com dignidade por cumprirem as mesmas funções que os brancos, e os imigrantes se sentiam ameaçados por isso, ou mais precisamente pela possibilidade de serem tratados como negros. Em longo prazo, o racismo levou à consolidação de divisões raciais no mercado de trabalho e no sistema escolar que dificultavam a mobilidade social de negros e aumentavam ainda mais a desigualdade. Todos esses fatos são destrinchados neste livro que não desenvolve uma explicação completa das diferenças raciais de hoje, mas levanta algumas hipóteses a respeito dos processos que ampliaram as pequenas vantagens iniciais dos europeus nas primeiras décadas após a abolição.

Para isso, o autor enfatiza sobre as teorias do racismo e sua reprodução, contextualizando o pós-abolição na América e no Brasil e examinando como os fazendeiros, administradores de fazendas e delegados de polícia exerciam autoridade sobre negros no período da abolição e como isso influenciou suas percepções. A mesma análise é feita com os imigrantes, o que leva a um comparativo entre as relações estabelecidas com os negros, sejam eles escravos, libertos ou nascidos livres. Para encerrar, Monsma analisa as consequências desses processos para as posições sociais e econômicas de negros e imigrantes, como a desigualdade racial crescente.

Sobre o autor – Karl Monsma é professor de Sociologia na Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Atua como especialista na área de sociologia histórica, com ênfase em temas relacionados a racismo, imigração e identidades étnicas.

 

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